Posts filed under ‘Ferramentas & Materiais’

Tudo sobre Pregos

Aprenda neste artigo sobre os diversos tipos de pregos e suas utilidades.

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Os diversos tipos de cabeças

O prego de cabeça chata , é muito utilizado, por exemplo para as junções em madeira. O prego de arame é especialmente destinado a trabalhos de marcenaria e para assoalhos. Enterre a cabeça com o punção, encha eventualmente com massa de madeira.

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Pregos de aço

Estes pregos são feitos de um metal de grande resistência. Existe igualmente uma variedade canelada , em aço temperado, servem para fixar madeira sobre matérias empedradas. Para as pedras duras e o concreto, é no entanto preferível utilizar as escápulas.

Pregos de cabeça larga

Servem para a fixação de chapas de cobertura e para trabalhos de construção. Os mais longos (direita), com a cabeça chata e larga, servem para a colocação de placas de ardósia. Os mais curtos (esquerda), cuja cabeça talvez ainda mais larga, são utilizados em placas asfálticas.

Pregos para gesso

 Os pregos para gesso são canelados e providos de uma cabeça chata estriada. São utilizados para fixar placas de gesso sobre ripas de madeira. São galvanizados, o que é importante visto que a ferrugem mancharia o gesso de forma irremediável.

Pregos para painéis isolantes

Estes pregos são feitos de aço, eventualmente galvanizado, (algumas vezes dourados), a sua ponta é quadrada. A sua cabeça é chata, lisa e larga (mais de 1 cm de diâmetro). Estes pregos são feitos para a fixação de painéis em materiais moles, como a lã de vidro e outros isolantes.

Pregos rosqueados

Igualmente conhecido como prego-parafuso, porque, devido à sua forma, eles penetram enroscando-se na madeira. Utilizam-se para construções de madeira, freqüentemente com ferragens de ancoragem. Eles são muito difíceis de arrancar. Faça um furo prévio de diâmetro inferior antes de o pregar em madeira dura .

 

P3Pregos rosqueados especiais

Servem para fixar os revestimentos de telhados. Existe um modelo previsto para assegurar a impermeabilidade do local de fixação : o cimo da sua cabeça está coberta com uma camada especial. Existem igualmente os pregos rosqueados destinados à fixação de revestimentos ondulados betuminosos.

Tachas e pregos de guarnição

As tachas de estofador são destinadas a fixar as guarnições (couro e tecido) à madeira dos móveis. Elas são muito robustas. Os pregos de guarnição ou estofador (esquerda), de cabeça dourada, redonda e oca são geralmente utilizados para disfarçar as tachas nos tecidos dos assentos.

Prego-escápula

O prego-escápula permite segurar objetos e materiais empedrados “moles” ou a madeira. O prego escápula em aço, serve para fixar objetos mais pesados. O prego de olhal é um dos acessórios utilizados para fixar guarnições e janelas a alvenaria .

Prego grampo ou “U”

Os pregos grampos ou “U” são dobrados, terminando cada extremidade numa ponta e servem para fixar telas, redes de vedação ou arame farpado a pilares de madeira. São normalmente galvanizados o que lhes permite resistir às intempéries.

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11/08/2009 at 22:25

Conhecendo Parafusos

Conheça neste artigo os diversos tipos e aplicações de parafusos.

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Os tipos de cabeça:

Com os parafusos de fendas utilize chaves de fendas de tamanho próprio : a extremidade da sua lâmina deve corresponder perfeitamente às dimensões da fenda. As cabeças Philips  oferecem uma prisão melhor, nomeadamente do tipo “pozidriv” . Os parafusos “torx”  apresentam um orifício em “estrela”.

Paraf02Parafusos para Madeira:

Sempre que o parafuso não tenha que ficar embutido opte pelo modelo de cabeça redonda , que lhe permitirá exercer mais força ao apertar. Caso contrário escolha um de cabeça cônica . O parafuso de cabeça redonda cônica  serve para a fixação do material sanitário ou para os trabalhos com ferragens.

Comprimento dos parafusos

O comprimento indicado para os parafusos de cabeça cônica (plana) assim como para os “tirefond” é o seu comprimento total. Os parafusos de cabeça redonda são medidos a partir da base da cabeça , o comprimento dos parafusos de cabeça cônica é medido a partir do topo da parte cônica da cabeça .

Parafusos Auto-Atarrachantes (Abre-rosca):

Os parafusos auto-atarrachantes (de cabeça Philips)  são providos, em todo o seu comprimento de uma rosca cortante (algumas vezes revestidos de uma fina camada de lubrificante) evitando a necessidade de furo prévio. O parafuso abre-rosca serve para as placas finas de metal ou de plástico:

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“Tirefond”

Os “tirefond” são parafusos para madeira “clássicos” mais largos e de cabeça sextavada. Utilizam-se sobretudo para unir peças de madeira (sempre que a união deve ser robusta e que o seu aspecto não importe). Aperte-os com a ajuda de uma chave de bocas ou cachimbo.

Camarões / Pitões

Para pendurar objetos pesados, prefira um camarão (esquerda). Os camarões de olhal aberto (centro) ou fechado (direita) permitem pendurar todo o tipo de objetos. A maior parte é rosqueada (rosca normal) até metade do seu comprimento.
Parafusos de Rosca
A colocação de um parafuso de rosca de cabeça cônica plana (com uma porca) exige uma escareação prévia. Os parafusos de rosca de cabeça cilíndrica ficam visíveis pois a base da sua cabeça é plana. Utilizam-se com ou sem porca para uniões de vários tipos.

Parafusos de Ferro

O parafuso mecânico de cabeça sextavada pode ter rosca sobre uma parte ou todo o seu comprimento. No primeiro caso, aperta-se sempre com uma porca. O parafuso de cabeça redonda abaulada tem uma gola quadrada, que ao enterra-se na madeira o impede de rodar.

Paraf04Porcas e Arruelas

As porcas (esquerda) utilizam-se com parafusos metálicos ou cavilhas de ferro com cabeça e rosca. As porcas cegas (direita) colocam-se nas extremidades dos eixos (por exemplo bicicletas). As porcas borboletas (centro inferior) apertam-se facilmente e sem ferramenta. Existem ainda porcas auto-bloqueadoras.

As arruelas de chapa repartem sobre uma maior superfície a pressão da porca ou da cabeça do parafuso. A arruela de pressão com a mesma função assegura ainda a blocagem do parafuso. A arruela encartilhada pode ser usada com uma arruela de chapa .

22/07/2009 at 22:28

Como Utilizar A Plaina

Aprenda neste artigo dicas importantes para você começar a utilizar a plaina, ferramenta fundamental na Marcenaria.

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Plainas :
Existem plainas em madeira e metálicas; em diversos tamanhos e modelos diferentes.

 Plaina elétrica :
Verifique primeiro a largura,  a potência e a profundidade do corte máximo que a maquina efetua.

 Esquadro :
É indispensável para traçar os cortes a efetuar um peças de madeira.

 Régua :
Uma régua comprida e reta serve para controlar o plano das superfícies da maiores dimensões.

 Bancada :
Uma bancada acima de tudo tem de ser estável, para executar trabalhos pesados ou delicados..

 Guia :
Para aplainar superfícies retas e em ângulos retos, é aconselhável a utilização de uma guia.

 Torno/Morsa :
Escolha um
torno suficientemente pesado para ficar estável, ou um modelo que possa ser fixado na bancada (nº 4 ou 5).

 Grampos :
Indispensáveis para fixar corretamente as peças para trabalhar na bancada ou auxiliar em montagens.

 Macete de Madeira :
Utilize unicamente um maço (em madeira) para exercer mais força sobre o formão.

 Luvas e óculos :
Calce luvas e utilize óculos de segurança para se proteger das farpas e lascas.

 A plaina manual :
Existem vários modelos e formatos de plainas manuais. O ferro (a lâmina) é ligeiramente saliente em relação à base. A
plaina, ao deslocar-se, corta uma fina apara de madeira que em seguida é destacada pelo contra-ferro : o deslocamento da ferramenta não deve por isso ser interrompido.

 A plaina de calço :
A
plaina mais comum (chamada de calço ou de acabamento), é longa com cerca de 25 cm e não tem, em princípio pega. Existem modelos retangulares ou arredondados. Esta plaina serve para igualar a superfície de pequenas peças de madeira, (cantos de uma gaveta por ex.) Para as preparar para o lixamento.

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Ajustando a plaina de madeira :


Para ajustar a profundidade do corte, que depende entre outras razões, da dureza da madeira a trabalhar, coloque primeiro aproximadamente no seu lugar o ferro, o contra-ferro e o calço. Martele em seguida o calço com um ligeiro movimento do macete, afim de manter provisoriamente estas peças.

 

 

Regulagem :
Controle a regulagem verificando sobre a base, a colocação do contra-ferro e a posição do ferro. Se a abertura não for suficiente, bata suavemente por cima da plaina. Bata no calço em seguida para fixar a lâmina no lugar. Para obter aparas mais finas, bata no corpo da
ferramenta.
 

Como segurar a plaina :
Com a mão esquerda, segure o nariz da plaina enquanto a direita envolve o corpo. Algumas plainas estão equipadas com um parafuso ou um botão de regulagem; neste caso, coloque o polegar e o indicado em garfo à volta do apoio situado sob este parafuso, os outros dedos da mão segurando o corpo da
ferramenta.

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 As plainas metálicas

 Descrição :
Existem também as plainas com o corpo inteiramente metálico, munidos de pegas em madeira ou plástico. Ferro e contra-ferro são mantidos sob pressão por um suporte e regulam-se por um parafuso ou alavanca de ajustamento. A vantagem das plainas metálicas : podem ser ajustadas com precisão.

 

Base ondulada :
As plainas metálicas estão muitas vezes providas com uma base ondulada, que desliza melhor sobre madeiras resinosas ou úmidas. Este tipo de base reduz sensivelmente a fricção entre a
ferramenta e o trabalho, o esforço a fazer e o risco de falsos movimentos são assim diminuídos.

 

Ajustando a plaina metálica :
As plainas metálicas não estão equipadas com um calço mas com um suporte (1) e têm um parafuso de ajustamento (2). Estão igualmente providas com uma alavanca de ajustamento (3) lateral que deverá ser retirada para poder colocar a lâmina, depois descida para a bloquear. Certifique-se de que a parte cortante da lâmina fica paralela à base.

 

Como segurar a plaina :
Segure a pega traseira de forma a que o seu indicador siga a inclinação do ferro. Esta posição permite controlar bem a deslocação da ferramenta. Com a outra mão, pode exercer pressão sobre a pega situada à frente.

 

Aplainamento fino ou grosso :
Para o aplainamento fino, deve ajustar a plaina de forma a obter aparas finas. Para a madeira dura igualmente. Para o desbaste (a preparação das madeiras brutas antes de lixar), ajuste a
ferramenta de maneira a obter aparas espessas. Certifique em qualquer dos casos que a plaina não entra em esforço.

 

Manutenção da plaina :
Deite sempre a sua plaina de lado. Se pensar não a utilizar durante algum tempo, desmonte-a e limpe-lhe as peças. Mergulhe regularmente as partes de aço branco num pouco de óleo para evitar que enferrujem. Se restaurar uma plaina de madeira, não envernize a base.

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Aplainamento manual

 Precauções :
Se trabalhar uma madeira já usada, verifique antes de tudo se não tem pregos ou elementos metálicos que podem danificar seriamente o ferro da plaina. Retire os pregos com a turquesa sem danificar a madeira : apóie a turquesa sobre um pedaço de madeira .

 

Aplainamento de cantos :
Fixe a placa num torno, entre dois calços para que as mandíbulas não danifiquem a madeira. Coloque uma mão na pega traseira da plaina e coloque-a na extremidade do canto. A outra mão, segura-a lateralmente.

 

Pressão :
Quando aplainar um canto, certifique-se de que não “mergulha” no início nem no fim de cada passo. Exerça por isso a pressão, inicialmente na frente da
ferramenta, depois uniformemente sobre toda a superfície de base e, ao acabar o movimento, sobre a traseira.

 

Aplainamento as extremidades (bordas):
Fixa a placa na
bancada, encostando ao longo do seu canto vertical um suporte de madeira (prolongando o extremo a aplainar). Coloque a plaina totalmente sobre o seu trabalho, em viés 30º em relação ao canto a trabalhar, e aplaine em direção ao suporte (o qual evitará a formação de lascas).

 

Aplainamento de superfícies :
Fixe solidamente o seu trabalho sobre a bancada. Comece por aplainar com uma grande abertura, a plaina em viés 45º em relação ao sentido do veio. Efetue movimentos retilíneos sobrepondo-se ligeiramente. Para o acabamento, reduza a abertura e proceda no sentido do veio.

 

Aplainando com plaina elétrica

 Funcionamento :
A
plaina elétrica está equipada com um cilindro rotativo contendo duas lâminas. A base situada defronte deste é de altura regulável, pode-se assim ajustar a diferença de nível entre a base dianteira e a base (fixa) traseira. As lâminas rodam a grande velocidade levantando as aparas.

 

Ajuste :
Aqui, é ainda mais importante ajustar o ferro e o contra-ferro em função do trabalho, a profundidade do corte regula-se simplesmente com um botão que permite um ajustamento muito preciso. Esta precisão de regulação, aliada à sua potência, fazem da plaina elétrica uma
ferramenta eficaz, igualmente para os trabalhos delicados.

 

As lâminas :
As lâminas (também chamadas facas), são de aço ou carbono. As duas devem ser colocadas ao mesmo tempo : se não for o caso, o desequilíbrio que daí resulta causa vibrações nefastas ao aparelho. Algumas lâminas de carbono têm duas arestas cortantes, uma vez usadas, não podem ser afiadas, devem apenas ser montadas no outro sentido, sem mais afiações. As laminas de carbono convencionas têm uma única aresta de corte e permitem ser afiadas várias vezes. Existem igualmente lâminas onduladas que permitem obter um efeito rústico.

 

Aplainando superfícies :
Ligue a plaina antes de a pousar na superfície. Deve segurá-la de forma bem estável. Utilize as duas mãos, efetuando movimentos regulares. Quando aplainar grandes superfícies, é recomendável trabalhar com uma regulagem pequena efetuando passagens sucessivas.

 

Sentido de deslocamento :
A plaina elétrica deve trabalhar também no sentido do veio. O trabalho faz-se de maneira mais confortável, a base desliza melhor sobre a madeira e as lâminas correm menos riscos de se danificarem. Se, no entanto não puder seguir no sentido do veio, oriente o aparelho na diagonal. 

 

Técnica de manuseio

 Aplainando a extremidade (borda) da madeira :
É quando fizer esta operação, que mais se arrisca a ver a madeira lascar. Para o evitar, comece a aplainar a placa dos bordos para o centro. Ou proceda como no caso do aplainamento manual : encoste um suporte de madeira ao longo do canto que vai aplainar.

 Chanfrar :
A ranhura em V, no centro da base frontal, permite chanfrar rapidamente e sem dificuldade. Basta para isso colocar esta ranhura sobre a aresta e guiar a máquina ao logo desta última. Mantenha constante um ângulo de 45º e efetue um movimento regular.

 A guia :
Guia ou batente, paralela, lateral ou ao longo : todos estes termos designam um só acessório, que se utiliza para aplainar cantos. Se este acessório for também ajustável em ângulo, pode biselar peças de madeira.

 Ranhurar :
A guia paralela permite regular tanto a largura como a profundidade do corte, é assim possível fazer ranhuras e mesmo, se a guia puder ser regulada em ângulo, fazer ranhuras em topos biselados.

 Utilização estacionária :
Montando a máquina, com as lâminas viradas para cima, sobre uma bancada equipada com um suporte fica com as mãos livres para deslocar a peça trabalhada, ao longo de uma guia por cima da máquina. O suporte deve ter uma capa de proteção que esconda automaticamente as lâminas.

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A segurança

 Aspiração :
Uma plaina elétrica liberta muita serragem, porém, um saco coletor lhe oferece um desempoeirar constante. Como estes sacos são pequenos, torna-se mais eficaz se ligar a plaina a um aspirador (com um adaptador).

 Os nós da madeira :
Antes de aplainar elimine
pregos, grampos ou manchas de resina que possam estar na madeira. Os nós nas placas finas podem tornar-se perigosos se descolarem e saltarem. Para evitar isto umedeça-os previamente e aplaine do exterior para o centro.

 Utilização de um suporte :
Quando utilizamos a plaina na forma estacionária, a proteção das lâminas não é suficiente. Se aplainar peças pequenas, sirva-se de um suporte apropriado para as manipular sem aproximar as mãos da lâminas.

 Roupas de segurança :
Utilize luvas e óculos de proteção para se proteger das farpas e lascas. Fixe sempre muito bem a peça à bancada, em particular as peças pequenas, que se arriscam a saltar ao colocar a plaina ligada em cima destas.

16/07/2009 at 22:52

Dicas sobre Ferro de Solda

Através deste artigo, aprenda dicas sobre esta ferramenta indispensável no mundo da eletrônica: o ferro de solda.

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Um acessório fundamental para profissionais ou hobbystas que utilizamo ferro de solda é  um simples e barato item chamado suporte para ferro de solda. Ele ajuda a evitar acidentes com o equipamento em se trabalha, ou ainda, com o o próprio manejador.

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Existem diversos modelos no mercado, mas com um pouco de criatividade voce poderá construir um utilizando sucatas (molas, ferro, vergalhão, etc…). O importante é ter um lugar seguro para repousar o ferro de solda o que ira facilitar o seu trabalho e tornar mais seguro o ambiente, evitando acidentes e queima indesejada de objetos em sua bancada. 

Além de manter o ferro de solda em seu lugar apropriado, existe ainda outro fator de grande importância que é manipulação deste instrumento de bancada. Se mau dimensionado em termos de potência para o que se pretende fazer e imperícia na sua utilização pode se tornar uma arma de destruição de trilhas e componentes!

Sugador2O ferro de solda possui um companheiro inseparável: o sugador de solda.  Indispensável ao hobbysta e técnico em eletrônica. Sem ele vocênão consegue retirar um componente do circuito, pode até arrancá-lo, mas isso não é correto, pois você levaria mais tempo para realizar a operação aquecendo em demasia o componente e colocando em risco a trilha de cobre do circuito impresso. Com o auxilio do sugador você remove com facilidade a solda dos terminais dos componentes e deixa os orifícios livres para uma nova inserção. Para trabalhos delicados como montagens de projetos ou reparações eletrônicas, normalmente utilizam-se ferros de solda de potência entre 20 e 30 watts. É claro que existem estações de solda com controle de temperatura e outras funções incorporadas, mas estes equipamentos não se destinam-se ao hobbysta e ao técnico que está iniciando, por se tratar de equipamentos mais caros e sofisticados.

É importante adquirir um soldador de boa qualidade, bem como o sugador e a solda a ser utilizada. Existem diversos tipos de ponteiras utilizadas nos soldadores: Finas, grossas, arredondadas, longas, curtas, etc. É importante que você disponha de alguns tipos diferentes. Existem Ci’s que a proximidade de seus terminais exigem um ferro com a ponta muito fina para que sejam removidos ou inseridos o que seria quase impossível com um ferro de ponta grossa pois ao soldar um terminal voce já estaria espalhando solda no outro e fazendo um curto.

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Se você ainda não possui prática, treine em sucatas de placas removendo componentes e os recolocando. Em pouco tempo voce irá se adaptar a estas ferramentas, mas trabalhe sempre com calma, sob boa iluminação e com o equipamento ou placa bem posicionado.

Conservação do Ferro de Solda

Após o uso, não se deve sacudir o ferro para retirar os resíduos de solda acumulados na ponta. Pelo contrário, a ponteira deve permanecer estanhada para evitar sua oxidação. Utilize uma esponja levemente umedecida para limpar a ponteira com o ferro ainda quente. Em seguida estanhe o mesmo.

Nunca Lixe a ponta do ferro, para não remover o revestimento.

Não substitua a ponteira por outra que não seja original ou especialmente desenvolvida para aquele tipo de ferro de solda.

Lembre-se: conservar e manejar corretamente suas ferramentas é fundamental para a realização de um bom trabalho.

13/07/2009 at 18:44


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