Dicas de Cercas Vivas

Neste artigo, aprenda dicas importantes sobre Cercas Vivas

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Funções das Cercas Vivas

Além do indiscutível efeito decorativo, as cercas vivas têm duas funções primordiais no paisagismo: delimitar espaços e proteger. Ambas as funções têm um sentido abrangente, que oferece diferentes maneiras de utilização, de acordo com a necessidade de cada um.
Podemos, por exemplo, dividir o jardim em dois ou mais ambientes, sem, no entanto barrar a visão entre os espaços. Para isto, pequenos e médios arbustos, e até mesmo ervas se prestam. Já a criação de espaços menores, através da utilização de cercas vivas mais altas, favorece a intimidade e a introspecção, permitindo o uso da área para um longo bate-papo ou uma tranqüila meditação.
A privacidade, o conforto e a segurança são os anseios mais freqüentes quando se pensa em utilizar cercas vivas, seja em jardins residenciais, como em indústrias ou fazendas. Como foi citado anteriormente, a função de proteger é bastante ampla e desta forma podemos aproveitar as características das cercas vivas para nos oferecer a privacidade, o conforto e a segurança que tanto almejamos.

Assim, uma sebe alta e compacta, protege com eficiência uma área com piscina contra olhares curiosos. Da mesma forma, cercas vivas largas e espessas formam uma forte barreira contra ventos, ruídos, e poeira. Já os arbustos espinhosos se prestam para manter invasores afastados e atém mesmo para coibir a fuga de animais maiores da propriedade, como bois ou cabras.
As cercas vivas são apropriadas também para esconder áreas ou estruturas feias no jardim, tais como: casas de máquinas, pequenos depósitos, composteiras, muros, lixeiras, etc.
O profissional paisagista deve saber explorar as funções básicas das cercas vivas, criando efeitos secundários, como orientar os pedestres pelos caminhos, destacar áreas ou elementos, atrair a fauna silvestre, adicionar movimento, textura, volume, contraste, estilo e perspectiva, entre outros aspectos não menos importantes que podem ser criados ou melhorados para o bem-estar e a satisfação dos utilizadores do jardim.

Com certeza, há espécies de plantas mais adequadas a uma ou outra função. Da mesma forma, as plantas escolhidas também devem se adequar ao clima e ao tipo de solo da propriedade, assim como o estilo do jardim e o nível de manutenção que será despendido.
No final deste artigo você encontrará uma lista com sugestões de espécies para diferentes funções. Estude as diferentes espécies para a função que você deseja e escolha sempre aquelas que se adaptam às condições de sua propriedade, dando preferência às espécies nativas.
Preparo do terreno e plantio:

Uma sebe leva em média cerca de 3 a 5 anos para atingir a altura, a largura, o formato, a resistência e a densidade necessárias para desempenhar sua função. Da mesma forma, a uniformidade das plantas também é de extrema importância em uma cerca viva, pois uma única planta com falhas pode acabar com o objetivo e o visual da cerca. Assim, os cuidados adequados no preparo do terreno e plantio de cada muda são indispensáveis à formação de um renque com saúde, beleza e longevidade, além de garantir seu rápido desenvolvimento inicial.
Atente ao espaçamento entre as mudas, que varia de espécie para espécie e deve sempre ser respeitado. Um erro comum é reduzir o espaçamento entre as mudas, com o intuito de acelerar a formação da cerca. Assim, as raízes e os ramos irão se sobrepor de maneira excessiva, gerando competição por luz, água e nutrientes e prejudicando o desenvolvimento e a saúde de cada planta. Ao invés disso, é preferível adquirir mudas mais desenvolvidas e até mesmo plantas adultas, respeitando o espaçamento recomendado para a espécie.

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A melhor época de plantio é a primavera. Pode ser adotado o sistema de linha simples ou dupla (com covas intercaladas). O plantio em linha dupla é recomendado para a formação de cercas vivas mais largas em menor tempo. Neste caso as covas são feitas intercaladas, formando um zigue-zague. No entanto, este tipo de plantio acaba por consumir maior espaço no jardim em detrimento a outras áreas. A linha simples pode ser formada por uma única valeta ou por covas alinhadas. As covas devem ter, pelo menos, o dobro do tamanho do torrão de cada muda.
A preparação do solo inclui a correção do pH e da fertilidade, realizada preferencialmente com base na análise do solo em um laboratório de confiança. O incremento de matéria orgânica e adubos nesta fase são essenciais, mas devem ser balanceadas, pois há o risco de queimarem as delicadas raízes em formação. O ideal é seguir a recomendação de adubação para cada espécie. Uma boa formulação NPK para esta fase é 04-14-08 ou se preferir adubos orgânicos, utilize farinha de ossos e terra vegetal. Não esqueça de misturar bem os compostos à terra e deixá-la descansar antes do plantio por alguns dias.

A irrigação deve ser diária nas primeiras semanas após o plantio, dando preferência para o final da tarde ou início da manhã. Após cerca de dois meses, podemos reduzir a freqüência das regas e iniciar a adubação de arranque, que estimulará o crescimento inicial. Esta adubação, ao contrário da adubação de plantio, é de cobertura e deve conter maior quantidade de nitrogênio, como na fórmula NPK 10-10-10.
O projeto para a implantação de um bom sistema de irrigação por gotejamento no plantio da cerca viva pode ser estudado e deve ser solicitado a um profissional da área como o paisagista ou o engenheiro-agrônomo.

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Podas

O modo, a forma e a freqüência com que os arbustos são podados, assim como a espécie escolhida vai determinar o estilo da cerca viva, que pode ser formal (formas compactas e geométricas) ou informal (formas livres e menos densas). As cercas vivas formais são apropriadas para jardins formais, como os de estilo inglês ou italiano. Elas geralmente necessitam de sol pleno, manutenção mais freqüente e arbustos de crescimento moderado, resistentes e de folhas perenes, pequenas e firmes.
Já as sebes informais são mais adequadas a jardins informais, como os de estilo tropical, rochoso e campestre. Na maioria dos casos estas cercas vivas são rústicas e dispensam maiores gastos com manutenção. Muitas vezes é preferível que cresçam completamente ao natural pois sua forma é mais bonita assim ou porque a espécie simplesmente não tolera podas.
Independentemente do estilo escolhido, as podas de cercas vivas se dividem em dois tipos: as de formação e as de manutenção. Na poda de formação estimula-se o adensamento da planta e o crescimento das gemas laterais, através da regulação do crescimento em altura da planta. Para isto a planta deve ser “treinada” desde jovem, adaptando-se gradativamente à forma final. Isto se obtém com tesouras próprias para poda, reduzindo-se os ramos muito viçosos e aparando ramos alongados que se destacam na folhagem.

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Bases desfolhadas acabam com o visual das cercas vivas

Na poda de manutenção, além da forma básica que se deseja obter é importante atentar que a região inferior da planta não fique na ausência de luz. Este erro é mais comum do que parece e sua principal conseqüência é o surgimento de bases desfolhadas, com falhas e muitos ramos mortos ou doentes. Este problema acontece principalmente quando se submete à forma quadrada ou redonda formal sem considerar que a parte superior sempre crescerá mais que a inferior, pois tem mais acesso à luz. O quadro 1 ilustra a maneira correta e incorreta de podar.

Outro cuidado importante é evitar a formação de calosidades nos ramos por podas consecutivas no mesmo ponto. Estes engrossamentos dificultam a passagem da seiva, comprometendo a saúde da cerca viva. Para prevenir este problema é importante podar sempre a alguns milímetros do local da última poda.
As cercas vivas floríferas devem ser resguardadas de podas no período que antecede à floração, para que tenham a floração preservada. Cada espécie florífera tem suas particularidades quanto à época de poda que deve ser respeitada. O mesmo se aplica às cercas vivas que produzem frutos, muito embora as podas recomendadas para cercas vivas não sejam apropriadas à frutíferas, que frutificarão ocasionalmente.

Sugestões para cada Uso

Plantas para delimitar áreas:

• Buxinho
• Resedá-amarelo
• Azaléia
• Clúsia
• Cruz-de-malta
• Pingo-de-ouro
• Viburno
• Abélia
• Gardênia
• Hortênsia
• Ixora
• Ligustrinho
• Oleagno
• Nandina
• Pitósporo-japonês
• Louro-americano
• Escova-de-garrafa
• Lantana
• Fórmio

Plantas para barrar pó e ruídos:

• Murta
• Dracena
• Crista-de-peru
• Manacá-de-cheiro
• Malvavisco
• Caliandra
• Cheflera-pequena
• Laurotino
• Tumbérgia-erecta
• Cipreste-dourado
• Cedrinho
• Tuia-macarrão

 Plantas para barrar ventos

• Grevílea
• Podocarpo
• Bambu-gigante
• Pinus
• Cipreste-italiano
• Cheflera-pequena
• Kaizuka
• Palmeira-areca
• Cipreste-dourado
• Cedrinho

 Plantas para proteger contra invasores:

• Coroa-de-cristo
• Piracanta
• Aveloz
• Primavera
• Berbéris
• Sansão-do-campo

Plantas floríferas:

• Hisbisco
• Camélia
• Abélia
• Resedá-amarelo
• Marmelinho-ornamental
• Manacá-da-serra
• Rosa-de-sarom
• Bela-emília
• Primavera
• Espirradeira
• Estrela-do-egito
• Gardênia
• Hortênsia
• Rosa-rugosa
• Ixora
• Abutilon
• Lantana

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31/07/2009 at 20:26

Dicas de Decoração para Apartamentos Pequenos

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Espaço pequeno é aquele que acomoda mais elementos do que comporta, afinal se você tem um dormitorio de 4 x 8 m2 que é um espaço razoavel, e o ocupa com uma cama de 2 x 2,10 e duas cabeceiras de 80 x 80 cm mais armários e uma escrivaninha, pronto, seu espaço se tornou pequeno.

Evidente que sabemos quando um ambiente apresenta poucas dimensões para seu uso, no entanto deve-se lembrar que o uso de diversos elementos que acreditamos ser indispensáveis, provavelmente não são.
A primeira coisa que pode ser feita é você tomar o controle da sua casa, ou ambiente em questão.

Espaços reduzidos, como o interior do seu carro ou a cabine de um barco, necessitam de extrema atenção no seu projeto, isso mesmo PROJETO, o que significa que você tem que projetar e planejar com antecedência o caminho a seguir. Essa anteção é necessária, pois imagina se o porta-luvas do carro fosse atrás do banco, ou se ao invés de um cinzeiro seu carro tivesse 8 cinzeiros, mas todos “tão bonitinhos”.

Praticidade, organização e conforto serão peças chave nesse projeto, leve isso como guia em todas as etapas em todos os elementos que implementar. Pense antes de comprar aquele abajour de 9 kilos “É prático? Ajuda ou atrapalha na organização/versatilidade? Entrega o conforto ambiental relativo ao espaço que ocupa?”

Elementos Estruturais
Se o orçamento permitir, avalie algumas das opções de reformas estruturais simples abaixo:

Nichos – criar um nicho na parede onde poderá guardar livros ou porta-retratos é uma alternativa à colocação de uma mesa de canto ou prateleira.

Portas – a colocação de portas-sanfona ou de correr podem solucionar um problema de circulação do ambiente, a retirada total de uma porta tambem pode ajudar muito, por exemplo; talvez a porta entre a sala e a cozinha não seja tão necessária.

 

Conforto Ambiental – Iluminação e Circulação do Ar

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A iluminação natural do Sol torna o ambiente mais agradável assim como a boa circulação do ar. A luz pode entrar pela janela, mas ela vai refletir ou não nos objetos que ela encontra pelo caminho, como seu sofá, mesas e espelhos. Por isso a escolha dos materiais dos seus elementos decorativos é importantíssima assim como a cor das paredes. Aquela sala cheia de tecidos pesados como camurça ou veludo oferece um aspecto denso ao ambiente, e são armazens de pó, ruim pra circulação do ar, essa é diretamente afetada quando elementos decorativos em exesso são implementados, por exemplo; biombos, armários, cristaleiras, etc.
O uso de móveis revestido em couro (que pode ser sintético), são práticos pra limpar e ajudam a refletir a luz.

Os espelhos merecem um capítulo à parte, pois ele oferece características fantásticas para otimizar espaços pequenos. Sua capacidade de aumentar a sensação de espaço, amplitude devido à sua capacidade reflexiva deve ser explorada ao máxiom, sendo colocado na parede oposta de uma janela ele vai refletir o que esta do lado de fora, se não houver janela no ambiente o espelho fará a vez desse.

Espalhe suas fontes de iluminação, uma única lampada no centro da sala tem a tendência de aproximar as paredes, portanto, coloque abjures, arandelas, luminárias piso-teto nos cantos do ambiente, preferencilmente com o foco de luz voltado para a parede formando desenhos interessantes e tirando o foco do centro.

Mobília

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Aqui não tem segredo, escolha móveis leves, lisos (sem muitos detalhes), preferencialmente com rodízios (rodinhas) e elementos multi-uso.
A escolha deve ser guiada por essas diretrizes e levar em conta que os elementos devem ser pequenos, só opte por um sofá maior se esta opção excluir a colocação de uma poltrona que pesa muito no ambiente. Móveis com rodízios são práticos, ao invés de uma poltrona escolha um pufe, mas não aqules que parecem um saco de feijão, um recamiertambém oferece leveza, design e conforto.

Peças multi-uso são uteis principalmente se integrarem capacidade de aramazenagem, afinal uma mesa de canto ou de centro ue possibilita que você guarde suas revistas em seu interior é um extra que deve ser levado em consideração.

Se você tem aquela peça cheia de detalhes, pesada em madeira escura, ou seja tudo aquilo que não deve ser encontrado em elementos de um ambiente pequeno, porém essa peça é realmente bonita e tem grande valor para você, faça dela a peça central da decoração, o ponto focal.

Cores
A escolha das cores deve ser cuidadosa, geralmente o que se ouve é que o espaço pequeno deve receber cores claras e suaves, e isso é a mais pura VERDADE, no entanto se você pintar todas as paredes de tons clarinhos poderá tornar sua casa um lugar sem graça e pouco aconchegante, por isso escolha uma parede menor, a parede embaixo da janela ou mesmo um canto da sala e aplique cores mais fortes e vibrantes, a parede de fundo na sala de jantar pintada de vermelho escuro ou burgundy vai conferir mais aconchego ao ambiente.
Portanto, cores neutras, tons claros e apenas a menor das paredes com a cor mais forte e você esta seguro (a) de que sua casa estará ainda mais agradável de se habitar.

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25/07/2009 at 14:50

Introdução à Arte do Bonsai

Aprenda neste artigo os princípios básicos da arte do bonsai:

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O que é um bonsai?

A tradução da palavra para o português literal é “plantada em vaso”, e não árvore em miniatura ou anã como foi por muito tempo difundido no Brasil.
Um bonsai não é uma muda ou uma manipulação afim de deixar uma pequena árvore estressada. É a representação da natureza, dando à uma árvore madura e capaz de produzir flores e frutos a chance de expressar todas as características que ela seria capaz de apresentar no ambiente natural dela.
O homem não tenta criar a natureza e ser Deus, mas dá condições para que a natureza se mostre como ela é.
A arte do bonsai demanda tempo, paciência e, é claro, talento. Durante muito tempo, formatos esdrúxulos que tinham troncos exageradamente retorcidos foram os exemplares mais caros, mas hoje se admira muito mais aqueles que são representação das espécies em seus ambientes naturais.

bonsai02Origem do bonsai
Não se tem registro garantido sobre a origem do bonsai. Através de manuscritos e desenhos, se sabe, porém, que a China é o país que deu origem a esta arte.
No início, o objetivo era apenas coletar árvores pequenas na natureza e criá-las em vasos, mas com o tempo o cultivo delas foi se tornando uma arte. Apesar da China ser a dona do título de mão da arte, foi o Japão que a tornou mundialmente famosa.
Nos séculos XI e XII houve a grande invasão da cultura chinesa no Japão. Desde então o bonsai tem sido uma técnica conhecida como japonesa, o que já sabemos não ser verdade.

Primeiramente o cultivo das pequenas árvores era restrito aos nobres, mas com a expansão da cultura zen, logo o bonsai se popularizou no Japão e depois para a Europa com a chegada dos portugueses e espanhóis ao oriente.
No século XVIII os ingleses retornavam do Japão trazendo os primeiros exemplares para a Europa, e em 1878 já havia em Paris a primeira exposição européia. Em 1959, um grande mestre bonsaísta, Yoshi Yoshimura, levou para os Estados Unidos a técnica. Depois disso, para se espalhar para o mundo todo foi questão de vinte ou trinta anos.
No Brasil as primeiras famílias japonesas que vieram na imigração que teve como destino São Paulo no início do século passado trouxeram os primeiros bonsais para o nosso país. Mas a arte só se popularizou em todo o território com o sucesso do filme Karatê Kid I e III.

Como fazer um bonsai?

Basicamente podemos fazer um bonsai através de:
Yamadori:
É o método o preferido dos bonsaístas que praticam a arte por puro prazer. Consiste em retirar árvores de montanhas, matas ou outros locais, onde elas estejam tendo seu crescimento limitado por sombra ou por não conseguir expandir suas raízes ou outros motivos. É a técnica que tem maior chances de erro para principiantes, mas é a técnica que nos dá melhores resultados em um curto espaço de tempo.
Sashiki:
Cultivo por estacas. Bonsais advindos de estacas normalmente, se bem escolhida a estaca, nos dão bons resultados, mas com um tempo um pouco maior.
Mudas:
Esse método nos dá um nível de sucesso bem grande e normalmente nos possibilita manejar a árvore desde muito nova, mas o tempo para se obter o bonsai pode ser muito longo.
Misho:
A partir de sementes, é o primeiro passo para se ter uma muda, mas o tempo é o fator mais limitante. Normalmente só quem trabalha com sementes são bonsaístas profissionais que fazem bonsais para vender.

bonsai01Tipos de podas
Podas drásticas: é necessária quando a muda tem aspecto muito alta e de tronco muito fino. A poda drástica serve para a planta engrossar o caule e aumentar as raízes mais superficiais. Deve ser feita de forma a não danificar o tronco e de não diminuir tanto a área foliar fotossinteticamente ativa.
Poda das folhas: serve para retirar folhas de lugares que possam deixar a copa com aspecto estranho. Neste caso cortamos a folha de forma a deixar o pecíolo na planta até que a própria possa cicatrizar o local de onde se tirou folha.
Podas de refinamento: comum em pinheiros, é feito com as mãos, arrancando-se os ponteiros e as folhas mais jovens na primavera.

Amarrações: Utilizam-se amarrações com arames de cobre ou alumínio. A disposição das amarrações é feita de forma a “enrolar” os galhos que deverão ser guiados na direção desejada. Os arames nunca podem se cruzar sobre os galhos.
Poda das raízes: A poda das raízes é fundamental para a sobrevivência do bonsai. É com a poda das raízes que a planta adquire aspecto mais velho. O intervalo entre uma poda e outra varia de espécie para espécie e em bonsais muito velhos pode ser dispensada.
Para se podar as raízes, devemos tirar a planta do vaso e tentar manter a integridade do torrão de terra que fica em torno da maior parte das raízes. Com cuidado devemos podar as raízes excedentes de forma cuidadosa e com material adequadamente afiado.
Após a poda de raízes a planta deve ser novamente colocada no vaso e coberta com terra orgânica.
Sistema de drenagem:

No fundo do vaso de qualquer bonsai devemos ter um sistema de drenagem eficiente.
Normalmente o fundo do recipiente tem um grande furo que deve ser coberto internamente por tela. No fundo é bom ter uma camada de cascalho grande e outra camada de cascalho pequeno. Acima disso deve vir uma camada de terra, o torrão com o bonsai (que deve ter solo bem estruturado e estável, não somente terra de jardim ou terra orgânica) e acima do torrão terra orgânica ou substrato.

Como molhar seu bonsai

 
O bonsai deve ser molhado de forma abundante, por isso é necessário um bom sistema de drenagem, mas somente quando a terra estiver molhada. No verão é necessário que se molhe a copa com um borrifador.

Sol ou sombra?
Depende da espécie. Mesmo que o bonsai precise de sombra, esta deve ser proporcionada com sombrite ou com a sombra de outra árvore. Bonsais são árvores que não “gostam” de interiores, e precisam, para se aproximar da sua forma natural, sofrer a influência do tempo.

Quais são as melhores espécies?
Depende. Os pinheiros são muito utilizados e as mirtáceas (goiabeiras, cerejeiras, araçazeiros, pitanga, etc) são muito resistentes pelo fato de serem nativas. Leguminosas e azaléias são muito plantadas também.
Ao contrário do que se pensa, o bonsai não tem que ter folhas pequenas, pois uma única folha pode representar uma parte da copa. A princípio, todas as árvores podem ser bonsais, mas conseguir fazer com que todas se adaptem ao envasamento… aí é outra história.

E a adubação?

Os bonsais precisam ser adubados de tempos em tempos e com determinadas concentrações de macro e micronutrientes. A adubação pode ser com compostos orgânicos de ação mais lenta ou fertigramas industriais de ação rápida e usada em menores quantidades, porém mais caro e com um maior risco de intoxicação por excesso.

22/07/2009 at 23:04

Conhecendo Parafusos

Conheça neste artigo os diversos tipos e aplicações de parafusos.

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Os tipos de cabeça:

Com os parafusos de fendas utilize chaves de fendas de tamanho próprio : a extremidade da sua lâmina deve corresponder perfeitamente às dimensões da fenda. As cabeças Philips  oferecem uma prisão melhor, nomeadamente do tipo “pozidriv” . Os parafusos “torx”  apresentam um orifício em “estrela”.

Paraf02Parafusos para Madeira:

Sempre que o parafuso não tenha que ficar embutido opte pelo modelo de cabeça redonda , que lhe permitirá exercer mais força ao apertar. Caso contrário escolha um de cabeça cônica . O parafuso de cabeça redonda cônica  serve para a fixação do material sanitário ou para os trabalhos com ferragens.

Comprimento dos parafusos

O comprimento indicado para os parafusos de cabeça cônica (plana) assim como para os “tirefond” é o seu comprimento total. Os parafusos de cabeça redonda são medidos a partir da base da cabeça , o comprimento dos parafusos de cabeça cônica é medido a partir do topo da parte cônica da cabeça .

Parafusos Auto-Atarrachantes (Abre-rosca):

Os parafusos auto-atarrachantes (de cabeça Philips)  são providos, em todo o seu comprimento de uma rosca cortante (algumas vezes revestidos de uma fina camada de lubrificante) evitando a necessidade de furo prévio. O parafuso abre-rosca serve para as placas finas de metal ou de plástico:

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“Tirefond”

Os “tirefond” são parafusos para madeira “clássicos” mais largos e de cabeça sextavada. Utilizam-se sobretudo para unir peças de madeira (sempre que a união deve ser robusta e que o seu aspecto não importe). Aperte-os com a ajuda de uma chave de bocas ou cachimbo.

Camarões / Pitões

Para pendurar objetos pesados, prefira um camarão (esquerda). Os camarões de olhal aberto (centro) ou fechado (direita) permitem pendurar todo o tipo de objetos. A maior parte é rosqueada (rosca normal) até metade do seu comprimento.
Parafusos de Rosca
A colocação de um parafuso de rosca de cabeça cônica plana (com uma porca) exige uma escareação prévia. Os parafusos de rosca de cabeça cilíndrica ficam visíveis pois a base da sua cabeça é plana. Utilizam-se com ou sem porca para uniões de vários tipos.

Parafusos de Ferro

O parafuso mecânico de cabeça sextavada pode ter rosca sobre uma parte ou todo o seu comprimento. No primeiro caso, aperta-se sempre com uma porca. O parafuso de cabeça redonda abaulada tem uma gola quadrada, que ao enterra-se na madeira o impede de rodar.

Paraf04Porcas e Arruelas

As porcas (esquerda) utilizam-se com parafusos metálicos ou cavilhas de ferro com cabeça e rosca. As porcas cegas (direita) colocam-se nas extremidades dos eixos (por exemplo bicicletas). As porcas borboletas (centro inferior) apertam-se facilmente e sem ferramenta. Existem ainda porcas auto-bloqueadoras.

As arruelas de chapa repartem sobre uma maior superfície a pressão da porca ou da cabeça do parafuso. A arruela de pressão com a mesma função assegura ainda a blocagem do parafuso. A arruela encartilhada pode ser usada com uma arruela de chapa .

22/07/2009 at 22:28

Dicas de Inverno Para Seu Jardim

Aprenda neste artigo algumas dicas de inverno para seu jardim.

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Na Europa, com o clima temperado, o inverno traz as geadas e a neve, mas na maior parte do Brasil, o inverno é apenas mais uma estação de calor. O frio que caracteriza esta estação está presente apenas nos estados do sul, sudeste e em regiões serranas e mesmo assim não chega a ser tão rigoroso. No entanto, apesar de não esfriar em outros locais do Brasil, o tempo se modifica um pouco, é época de chuvas no nordeste e secas no centro-oeste. A região norte é a única que não se altera muito, devido a ação reguladora da floresta.

coniferaConíferas são naturalmente resistentes ao inverno.
No inverno característico e frio, de nossas regiões subtropicais, um pouco de atenção com o jardim pode garantir um estação com flores e frutos, e preparar as plantas e o solo para a primavera que se aproxima. Algumas plantas são naturalmente resistentes ao frio, não exigindo tarefa alguma no inverno, como as coníferas (pinheiros e ciprestes). Outras, como as plantas tropicais, hortaliças e árvores frutíferas podem exigir alguma manutenção, mas nada que se compare às outras estações. Confira a seguir algumas dicas para a estação mais fria do ano:

 Podas de arbustos e árvores

Em locais frios, muitas espécies de plantas cessam seu crescimento vegetativo, dormindo até a chegada da primavera. Entre estas espécies, encotram-se muitos arbustos e árvores, que necessitam de podas de limpeza e formação nesta época. Remova galhos secos, malformados e doentes, pois desta forma a luz ficará melhor distribuída pela copa da planta. Não é muito difícil reconhecer as plantas que podem ser podadas nesta época. Geralmente as plantas originárias de clima temperado e as plantas que perdem as folhas no inverno. Não pode as plantas que estão em flor ou com botões, mesmo que tenham perdido as folhas, pois elas não estão dormindo, estão em plena atividade.

Combate a pragas e doenças

O inverno também é época ideal para combater pragas e doenças. A maioria delas reduz sua proliferação neste período, sendo um bom momento para controlá-las de forma mais eficiente. Fugindo à regra, algumas doenças fúngicas aumentam neste período, principalmente em regiões com longos períodos chuvosos. O mesmo acontece com as lesmas e caramujos, que se aproveitam da umidade, e da temperatura amena para devorar as folhas verdes.

Para evitar a infestação por estas pragas e doenças, enquanto as plantas estão mais sensíveis, é importante remover as restos das plantas anuais de verão, que estão mortas ou fracas nos canteiros. Retirar galhos secos, flores, frutos e folhas caídos, e colocá-los na compostagem, também ajuda a manter as pragas afastadas. Pulverizações preventivas, com fungicidas a base de cobre, como a calda bordalesa, devem ser realizadas pelo menos a cada mês, nas frutíferas, orquídeas, arbustos, mudas, sementeiras, etc.

 Correção e adubação do solo

 
Nas plantas em repouso, as adubações químicas devem ser evitadas. Desta forma o período é bom para a correção do solo, com calcário dolomítico ou calcítico, já que a calagem não pode ser feita concomitantemente com a adubação. Durante a correção do solo, revolva os canteiros, assim mistura-se melhor o calcário e evita-se a compactação. Não esqueça de fazer uma análise de solo completa antes, e desta forma planejar a adubação para as próximas estações.

Nas plantas que estão em crescimento, floração e frutificação, adubações são bem vindas, principalmente com os adubos orgânicos, que têm liberação mais lenta. Em locais frios, misture esterco bem curtido e farinha de ossos à terra dos canteiros e vasos de bulbosas, petúnias, roseiras, prímulas, begônias e amores-perfeitos.

 Proteção contra o frio

 

Cobertura morta nos canteiros de bulbos.
Coloque cobertura morta nos canteiros, seja no frio ou no calor. Esta cobertura, além de servir como isolante térmico, irá repor a matéria orgânica, melhorando a fertilidade e a textura do solo, além de proteger as plantas da estiagem. Servem para esta função, serragem, casca de pinus, folhas secas, aparas de grama, entre outros materiais.

As plantas tropicais merecem uma atenção especial no frio. Elas são sensíveis às geadas e temperaturas muito baixas, e devem ser protegidas durante a noite com lonas, plásticos, tecidos de tnt ou mantas bidim. Este cuidado serve também às hortaliças, além de mudas de flores e forrações mais delicadas.

Irrigação especial

Como o frio reduz a evaporação da água, no inverno as regas são reduzidas. Via de regra, deve-se irrigar apenas quando a superfície do substrato apresentar-se seco. Para o gramado, basta ficar de olho nas folhinhas: quando elas começarem a enrolar é porque já está na hora de regar.

Outro cuidado importante é regar as plantas pela manhã, por dois motivos: A rega à tarde e à noite faz com que a terra permaneça muito tempo úmida, favorecendo pragas e doenças. Outra razão importante para regar pela manhã, é que, caso tenha ocorrido alguma geada à noite, você tem a chance de derreter o gelo antes do sol, evitando assim as típicas queimaduras nas folhas.

O inverno é época de amor-perfeito. No nordeste, com a época da chuvas, as plantas dispensam maiores cuidados, pois ficam até mais bonitas. Adubações continuam sendo bem vindas nestas condições. No centro-oeste, ao contrário, a estiagem castiga as plantas tropicais, e irrigações e pulverizações suplementares fazem bastante diferença na saúde e vitalidade das plantas.

Em resumo, o inverno é um período de baixa manutenção, mas que exige alguns cuidados, para que as plantas atravessem o inverno com vitalidade. É o período de preparar a terra para as intensas atividade de primavera. No paisagismo, é o momento de planejar, escolher as espécies que vão ser plantadas na próxima estação e decidir como serão os canteiros. No quadro abaixo, há quatro listas com sugestões para você plantar, colher e podar no inverno e uma lista das espécies em flor nesta estação. Aproveite e tenha um inverno florido!

Jardinagem e Paisagismo no Inverno

Espécies em flor Espécies para plantar

Amor-perfeito
Begônia
Manacá-da-serra-anão
Calceolária
Centáurea
Érica
Marmelinho-ornamental
Eritrina
Ipê-branco
Azaléia
Buquê-de-noiva
Ciclâmen
Trepadeira-africana
Petúnia
Lobélia
Jasmim-amarelo
Orquídeas
Cipó-de-são-joão
Cinerária
Caliandra-rosa
Boca-de-leão
Resedá
Narciso
Glicínia
Cipó-de-sino
Primavera
Birí
Batata
Cravo
Gladíolo
Açucena
Narciso
Lírio
Agapanto
Cercas-vivas
Begônia
Boca-de-leão
Gerânio
Sálvia
Verbena
Aquilégia
Cravina
Amor-perfeito
Ervilha
Cebola
Malva-rosa

  • Espécies para podar Espécies para colher
    Roseira
    Groselha
    Macieira
    Pessegueiro
    Ameixeira
    Figueira
    Clerodendro
    Pereira
    Videira
    Liqüidambar
    Abélia
    Kiwizeiro
    Bico-de-papagaio
    Cipó-uva
    Jasmim
    Framboesa
    Acácia-mimosa (após a floração) Aipo
    Acelga
    Couve
    Alho-porró
    Manga
    Caqui
    Laranja
    Beterraba
    Cenoura
    Morango
    Abacate
    Banana-prata
    Tangerina
    Mamão-papaia
    Kino
    Granadilha
    Carambola
    Pitaia
    Figo
    Chicória
    Maçã
    Ervilha
    Nabo
    Aspargo
    Rabanete

17/07/2009 at 22:33

Como Utilizar A Plaina

Aprenda neste artigo dicas importantes para você começar a utilizar a plaina, ferramenta fundamental na Marcenaria.

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Plainas :
Existem plainas em madeira e metálicas; em diversos tamanhos e modelos diferentes.

 Plaina elétrica :
Verifique primeiro a largura,  a potência e a profundidade do corte máximo que a maquina efetua.

 Esquadro :
É indispensável para traçar os cortes a efetuar um peças de madeira.

 Régua :
Uma régua comprida e reta serve para controlar o plano das superfícies da maiores dimensões.

 Bancada :
Uma bancada acima de tudo tem de ser estável, para executar trabalhos pesados ou delicados..

 Guia :
Para aplainar superfícies retas e em ângulos retos, é aconselhável a utilização de uma guia.

 Torno/Morsa :
Escolha um
torno suficientemente pesado para ficar estável, ou um modelo que possa ser fixado na bancada (nº 4 ou 5).

 Grampos :
Indispensáveis para fixar corretamente as peças para trabalhar na bancada ou auxiliar em montagens.

 Macete de Madeira :
Utilize unicamente um maço (em madeira) para exercer mais força sobre o formão.

 Luvas e óculos :
Calce luvas e utilize óculos de segurança para se proteger das farpas e lascas.

 A plaina manual :
Existem vários modelos e formatos de plainas manuais. O ferro (a lâmina) é ligeiramente saliente em relação à base. A
plaina, ao deslocar-se, corta uma fina apara de madeira que em seguida é destacada pelo contra-ferro : o deslocamento da ferramenta não deve por isso ser interrompido.

 A plaina de calço :
A
plaina mais comum (chamada de calço ou de acabamento), é longa com cerca de 25 cm e não tem, em princípio pega. Existem modelos retangulares ou arredondados. Esta plaina serve para igualar a superfície de pequenas peças de madeira, (cantos de uma gaveta por ex.) Para as preparar para o lixamento.

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Ajustando a plaina de madeira :


Para ajustar a profundidade do corte, que depende entre outras razões, da dureza da madeira a trabalhar, coloque primeiro aproximadamente no seu lugar o ferro, o contra-ferro e o calço. Martele em seguida o calço com um ligeiro movimento do macete, afim de manter provisoriamente estas peças.

 

 

Regulagem :
Controle a regulagem verificando sobre a base, a colocação do contra-ferro e a posição do ferro. Se a abertura não for suficiente, bata suavemente por cima da plaina. Bata no calço em seguida para fixar a lâmina no lugar. Para obter aparas mais finas, bata no corpo da
ferramenta.
 

Como segurar a plaina :
Com a mão esquerda, segure o nariz da plaina enquanto a direita envolve o corpo. Algumas plainas estão equipadas com um parafuso ou um botão de regulagem; neste caso, coloque o polegar e o indicado em garfo à volta do apoio situado sob este parafuso, os outros dedos da mão segurando o corpo da
ferramenta.

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 As plainas metálicas

 Descrição :
Existem também as plainas com o corpo inteiramente metálico, munidos de pegas em madeira ou plástico. Ferro e contra-ferro são mantidos sob pressão por um suporte e regulam-se por um parafuso ou alavanca de ajustamento. A vantagem das plainas metálicas : podem ser ajustadas com precisão.

 

Base ondulada :
As plainas metálicas estão muitas vezes providas com uma base ondulada, que desliza melhor sobre madeiras resinosas ou úmidas. Este tipo de base reduz sensivelmente a fricção entre a
ferramenta e o trabalho, o esforço a fazer e o risco de falsos movimentos são assim diminuídos.

 

Ajustando a plaina metálica :
As plainas metálicas não estão equipadas com um calço mas com um suporte (1) e têm um parafuso de ajustamento (2). Estão igualmente providas com uma alavanca de ajustamento (3) lateral que deverá ser retirada para poder colocar a lâmina, depois descida para a bloquear. Certifique-se de que a parte cortante da lâmina fica paralela à base.

 

Como segurar a plaina :
Segure a pega traseira de forma a que o seu indicador siga a inclinação do ferro. Esta posição permite controlar bem a deslocação da ferramenta. Com a outra mão, pode exercer pressão sobre a pega situada à frente.

 

Aplainamento fino ou grosso :
Para o aplainamento fino, deve ajustar a plaina de forma a obter aparas finas. Para a madeira dura igualmente. Para o desbaste (a preparação das madeiras brutas antes de lixar), ajuste a
ferramenta de maneira a obter aparas espessas. Certifique em qualquer dos casos que a plaina não entra em esforço.

 

Manutenção da plaina :
Deite sempre a sua plaina de lado. Se pensar não a utilizar durante algum tempo, desmonte-a e limpe-lhe as peças. Mergulhe regularmente as partes de aço branco num pouco de óleo para evitar que enferrujem. Se restaurar uma plaina de madeira, não envernize a base.

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Aplainamento manual

 Precauções :
Se trabalhar uma madeira já usada, verifique antes de tudo se não tem pregos ou elementos metálicos que podem danificar seriamente o ferro da plaina. Retire os pregos com a turquesa sem danificar a madeira : apóie a turquesa sobre um pedaço de madeira .

 

Aplainamento de cantos :
Fixe a placa num torno, entre dois calços para que as mandíbulas não danifiquem a madeira. Coloque uma mão na pega traseira da plaina e coloque-a na extremidade do canto. A outra mão, segura-a lateralmente.

 

Pressão :
Quando aplainar um canto, certifique-se de que não “mergulha” no início nem no fim de cada passo. Exerça por isso a pressão, inicialmente na frente da
ferramenta, depois uniformemente sobre toda a superfície de base e, ao acabar o movimento, sobre a traseira.

 

Aplainamento as extremidades (bordas):
Fixa a placa na
bancada, encostando ao longo do seu canto vertical um suporte de madeira (prolongando o extremo a aplainar). Coloque a plaina totalmente sobre o seu trabalho, em viés 30º em relação ao canto a trabalhar, e aplaine em direção ao suporte (o qual evitará a formação de lascas).

 

Aplainamento de superfícies :
Fixe solidamente o seu trabalho sobre a bancada. Comece por aplainar com uma grande abertura, a plaina em viés 45º em relação ao sentido do veio. Efetue movimentos retilíneos sobrepondo-se ligeiramente. Para o acabamento, reduza a abertura e proceda no sentido do veio.

 

Aplainando com plaina elétrica

 Funcionamento :
A
plaina elétrica está equipada com um cilindro rotativo contendo duas lâminas. A base situada defronte deste é de altura regulável, pode-se assim ajustar a diferença de nível entre a base dianteira e a base (fixa) traseira. As lâminas rodam a grande velocidade levantando as aparas.

 

Ajuste :
Aqui, é ainda mais importante ajustar o ferro e o contra-ferro em função do trabalho, a profundidade do corte regula-se simplesmente com um botão que permite um ajustamento muito preciso. Esta precisão de regulação, aliada à sua potência, fazem da plaina elétrica uma
ferramenta eficaz, igualmente para os trabalhos delicados.

 

As lâminas :
As lâminas (também chamadas facas), são de aço ou carbono. As duas devem ser colocadas ao mesmo tempo : se não for o caso, o desequilíbrio que daí resulta causa vibrações nefastas ao aparelho. Algumas lâminas de carbono têm duas arestas cortantes, uma vez usadas, não podem ser afiadas, devem apenas ser montadas no outro sentido, sem mais afiações. As laminas de carbono convencionas têm uma única aresta de corte e permitem ser afiadas várias vezes. Existem igualmente lâminas onduladas que permitem obter um efeito rústico.

 

Aplainando superfícies :
Ligue a plaina antes de a pousar na superfície. Deve segurá-la de forma bem estável. Utilize as duas mãos, efetuando movimentos regulares. Quando aplainar grandes superfícies, é recomendável trabalhar com uma regulagem pequena efetuando passagens sucessivas.

 

Sentido de deslocamento :
A plaina elétrica deve trabalhar também no sentido do veio. O trabalho faz-se de maneira mais confortável, a base desliza melhor sobre a madeira e as lâminas correm menos riscos de se danificarem. Se, no entanto não puder seguir no sentido do veio, oriente o aparelho na diagonal. 

 

Técnica de manuseio

 Aplainando a extremidade (borda) da madeira :
É quando fizer esta operação, que mais se arrisca a ver a madeira lascar. Para o evitar, comece a aplainar a placa dos bordos para o centro. Ou proceda como no caso do aplainamento manual : encoste um suporte de madeira ao longo do canto que vai aplainar.

 Chanfrar :
A ranhura em V, no centro da base frontal, permite chanfrar rapidamente e sem dificuldade. Basta para isso colocar esta ranhura sobre a aresta e guiar a máquina ao logo desta última. Mantenha constante um ângulo de 45º e efetue um movimento regular.

 A guia :
Guia ou batente, paralela, lateral ou ao longo : todos estes termos designam um só acessório, que se utiliza para aplainar cantos. Se este acessório for também ajustável em ângulo, pode biselar peças de madeira.

 Ranhurar :
A guia paralela permite regular tanto a largura como a profundidade do corte, é assim possível fazer ranhuras e mesmo, se a guia puder ser regulada em ângulo, fazer ranhuras em topos biselados.

 Utilização estacionária :
Montando a máquina, com as lâminas viradas para cima, sobre uma bancada equipada com um suporte fica com as mãos livres para deslocar a peça trabalhada, ao longo de uma guia por cima da máquina. O suporte deve ter uma capa de proteção que esconda automaticamente as lâminas.

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A segurança

 Aspiração :
Uma plaina elétrica liberta muita serragem, porém, um saco coletor lhe oferece um desempoeirar constante. Como estes sacos são pequenos, torna-se mais eficaz se ligar a plaina a um aspirador (com um adaptador).

 Os nós da madeira :
Antes de aplainar elimine
pregos, grampos ou manchas de resina que possam estar na madeira. Os nós nas placas finas podem tornar-se perigosos se descolarem e saltarem. Para evitar isto umedeça-os previamente e aplaine do exterior para o centro.

 Utilização de um suporte :
Quando utilizamos a plaina na forma estacionária, a proteção das lâminas não é suficiente. Se aplainar peças pequenas, sirva-se de um suporte apropriado para as manipular sem aproximar as mãos da lâminas.

 Roupas de segurança :
Utilize luvas e óculos de proteção para se proteger das farpas e lascas. Fixe sempre muito bem a peça à bancada, em particular as peças pequenas, que se arriscam a saltar ao colocar a plaina ligada em cima destas.

16/07/2009 at 22:52

Como Fazer Massa de Biscuit

Aprenda neste artigo uma ótima receita para massa de biscuit.

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Material

  • 2 xícaras de chá de Amido de Milho
  • 2 xícaras de chá de cola Cascorez Extra (rótulo azul) ou cola Cascorez Porcelana Fria
  • 1 colher de sopa de suco de limão (age como conservante)
  • 2 colheres de sopa de vaselina líquida
  • 1 colher de sopa de creme para mãos (não gorduroso)
  • Tigela de vidro (para microondas) ou panela com revestimento anti-aderente (para fogão)
  • Colher de pau 

Sobre a cola
A cola, um dos principais ingredientes da receita, deve necessariamente ser Cascorez Extra, a do rótulo azul, ou Cascorez Porcelana Fria, lançada recentemente especialmente para a confecção da massa de biscuit. Outras marcas de cola não proporcionam uma boa consistência à massa.

Sobre o limão
Algumas receitas de massa para biscuit recomendam o uso do formol como conservante. Este produto, além de ser de difícil aquisição, comprovadamente causa danos à pele e à saúde. Nossa receita o substitue pelo limão, fácil de ser encontrado e inócuo à saúde, possui o mesmo poder de conservar a massa após os trabalhos prontos.

Sobre o creme para mãos
Usado somente no momento de sovar a massa e apenas 1 colher de sopa. Deve necessariamente ser não gorduroso, pois o creme com gordura deixa a massa esfarelada. As marcas mais utilizadas são Bella Bel, Yamá, Magilena e Searly, encontradas facilmente em lojas de cosméticos, farmácias ou supermercados.

Modo de fazer

Misture todos os ingredientes na tigela, com exceção do creme para mãos não gorduroso. Mexa bem até dissolver completamente a Maizena. Coloque a tigela no microondas e ligue-o durante 3 minutos em potência máxima. Abra o forno a cada minuto e mexa a massa com a colher de pau, para que cozinhe toda por igual. Variações na rede elétrica, diferenças no tamanho da xícara usada como medida e os diferentes modelos de fornos de microondas podem alterar o tempo de cozimento da massa. Por isso é essencial que você observe-a minuto a minuto. Se necessário, deixe-a por mais um ou dois minutos no microondas, até que esteja cozida por igual, sempre mexendo a cada minuto passado.

Assim que a massa estiver cozida, espalhe o creme para mãos não gorduroso (apenas 1 colher de sopa, como indica a receita) sobre uma superfície de pedra ou de mármore, e despeje a massa, ainda quente. Quanto mais quente a massa estiver ao ser sovada, melhor o resultado.

Sove a massa por vários minutos seguidos. Na verdade, quanto mais você sovar, melhor ela ficará para trabalhar.

Quando a massa estiver bem sovada, faça um rolo, evitando assim a formação de bolhas de ar.

Coloque a massa num saquinho plástico bem fechado ou envolva-a em filme plástico de cozinha, para evitar que resseque.

Como preparar a massa no fogão

Misture bem todos os ingredientes (com exceção do creme para mãos não gorduroso) na panela com revestimento anti-aderente e leve ao fogo brando, mexendo sem parar com a colher de pau, até que a massa forme uma bola e se solte do fundo e das laterais. Tome cuidado para evitar que as sobras que costumam ficar na borda da panela não se incorporem à massa. Depois de pronta, espalhe o creme de mãos sobre um tampo de mármore ou de outra pedra e sove-a por vários minutos, ainda quente. Acondicione-a num saquinho plástico bem fechado, para não ressecar, ou envolva-a em filme plástico para cozinha.

Tingindo a massa de biscuit

Com cores fortes de tinta a óleo
Faça um rolinho de massa com as mãos e adicione um pouquinho de tinta a óleo na cor desejada. Manuseie bem a massa até que fique colorida por igual. Se necessário, acrescente mais tinta, até alcançar a tonalidade desejada.
Tonalidades pastel
Utilize uma pequena quantidade de tinta a óleo ou tinta para tecido na cor desejada e adicione tinta a óleo na cor branco de titânio para suavizar a tonalidade e evitar que o trabalho pronto fique transparente. Manuseie bem, até que a massa fique colorida por igual.

O vermelho
Para obter massa vermelha, nós indicamos o uso de corante universal, vendido em bisnagas em todas as lojas de tintas do País. As marcas mais apropriadas para o tingimento da massa de biscuit são Xadrez, Globo e Suvinil. A tinta a óleo vermelha tem um pigmento que modifica a consistência da massa, prejudicando o resultado do trabalho. Para tingir a massa com corante, adicione uma pequena quantidade e manuseie até que fique colorida de forma homogênea. Se necessário, acrescente mais algumas gotas de corante até obter o tom de vermelho desejado.

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Ferramentas importantes

O CilindroTem a propriedade de “esticar” grandes quantidades de massa por igual, de modo que fique da mesma espessura. Esta espessura é regulável e ele é operado sem qualquer dificuldade. Basta achatar a quantidade de massa desejada e passá-la entre os rolos. Para pequenas quantidades de massa pode ser substituído por um caninho de PVC.

A Máquina ExtrusoraAntes de utilizar o aparelho, passe um pouco de vaselina líquida no interior do tubo e na rosca. Isto facilitará a limpeza posterior. Faça um rolinho de massa com as mãos e preencha o tubo em toda sua extensão, pressionando bem a massa para evitar a formação de bolhas de ar. Coloque o disco desejado na rosca, rosqueando-a até o fim. Então, gire a manivela num ritmo constante para produzir a tira de massa. Limpe a Extrusora assim que terminar de utilizá-la, removendo todos os resíduos de massa do tubo, da rosca e do disco. Uma dica: a massa utilizada na Extrusora deverá estar bem firme, para que não deforme ao sair em tiras

Cortadores – São peças metálicas vazadas que cortam a massa após esta ter sido passada pelo cilindro. Permitem a padronização dos trabalhos e aumento da produtividade.

Moldes de Silicone – São os grandes responsáveis pelo sucesso do biscuit nos últimos anos. É só colocar a massa no interior de sua cavidade, pressionar bem e retirá-la para secagem. Com eles, ninguém precisa ser um grande artista ou ter grandes habilidades manuais para que os trabalhos fiquem perfeitos.

Dicas Importantes

  • O segredo de uma boa textura está em sovar a massa enquanto ainda estiver bem quente, utilizando apenas a quantidade de creme para mãos indicada na receita: 1 colher de sopa.
  • A massa só pode ser utilizada assim que estiver completamente fria.
  • Quando estiver trabalhando, mantenha toda a massa que não estiver sendo utilizada recoberta por um plástico ou por filme de cozinha, para que não resseque. Esta dica vale também para tiras, trançados e massa passada pelo cilindro que você não estiver utilizando naquele momento.
  • Deixe para tingir a massa na hora de usá-la. Evite guardar grandes quantidades já tingida.

Muito importante: se você trabalha com crianças, não deixe que coloquem a massa na boca e, muito menos, que engulam-na. A cola utilizada tem baixo grau de toxicidade mas, mesmo assim, não deve ser ingerida. 

    O segredo de uma boa textura está em sovar a massa enquanto ainda estiver bem quente, utilizando apenas a quantidade de creme para mãos indicada na receita: 1 colher de sopa.
    A massa só pode ser utilizada assim que estiver completamente fria.
    Quando estiver trabalhando, mantenha toda a massa que não estiver sendo utilizada recoberta por um plástico ou por filme de cozinha, para que não resseque. Esta dica vale também para tiras, trançados e massa passada pelo cilindro que você não estiver utilizando naquele momento.

  • Deixe para tingir a massa na hora de usá-la. Evite guardar grandes quantidades já tingida.

Muito importante: se você trabalha com crianças, não deixe que coloquem a massa na boca e, muito menos, que engulam-na. A cola utilizada tem baixo grau de toxicidade mas, mesmo assim, não deve ser ingerida.

20 Dúvidas Frequentes

1. Qualquer cola branca pode ser utilizada na receita?
Não, a cola que testamos e aprovamos é a cola Cascorez Extra rótulo azul da Alba Química (Brasil) e Glue-All da Elmer’s (EUA).

2. Minha massa fica dura (ou mole) demais e difícil de trabalhar, por quê?
A massa de biscuit quando passa do ponto além de endurecer, fica emborrachada. Quando não está no ponto, fica mole e pegajosa. Para que isso não aconteça, observe a partir do segundo minuto quanto tempo mais deverá ficar no forno. O ponto certo para começar a sovar é quando, ao se levantar a massa da tigela, ainda exista um pouco de cola no fundo, com a aparência de um creme. Retire tudo da tigela (inclusive este creme), coloque em uma superfície lisa untada com um pouco de creme para mãos não gorduroso e acrescente o restante (até completar uma colher de sopa) conforme for sovando. Ao terminar de sovar, a massa deverá estar macia. Embale-a em um saco plástico imediatamente.

3. Quando faço a massa de biscuit no fogão, ela fica cheia de grumos, por quê?
Em primeiro lugar, misture muito bem todos os ingredientes (com exceção do creme para mãos), dissolvendo bem a maisena, antes de levar ao fogo. Ao cozinhar, cuidado para que as sobras que muitas vezes se alojam nas bordas da panela, não se incorporem à massa, causando assim esses grumos.

4. Eu posso acrescentar maisena na hora que estiver sovando a massa?
Não se acrescenta nada ao sovar a massa de biscuit, com exceção de uma colher de sopa de creme para mãos não gorduroso. As peças quebradiças depois de secas devem-se justamente à adição de maisena crua à massa já cozida.

5. Posso usar um creme para mãos que contenha gordura? Quais as marcas de creme indicadas?
Não, o creme com gordura deixa a massa esfarelada. As marcas mais utilizadas são BELLA BEL, YAMÁ, MAGILENA e SEARLY.

6. Quando colocamos a massa de biscuit ainda quente no saco plástico este apresenta gotículas de água. O que devemos fazer?
Devemos trocar o saco e enxugar a massa com pano limpo quantas vezes esse problema se apresentar.

7. Eu posso guardar a massa de biscuit na geladeira?
A massa se conserva bem armazenada em sacos plásticos bem fechados, mas se na sua região o clima ou a temperatura estiver muito quente aconselha-se a colocar na geladeira.

8. Como devo proceder quando a massa pronta e embalada cria uma camada de bolor?
A massa fica com uma camada de bolor quando é utilizada uma quantidade excessiva de creme. Para que isso não ocorra, coloque sempre a quantidade indicada de creme. Se o clima da sua região for muito quente, pode-se armazenar a massa na geladeira.

9. Quanto tempo dura a massa de biscuit?
A massa bem embalada em saco plástico herméticamente fechado dura de 30 a 45 dias.

10. Quando a minha massa fica dura, eu posso reaproveitá-la?
Você pode reaproveitar, juntando à essa massa uma outra mais macia que você fizer. Pode também embrulhá-la num pano de prato e colocá-la para receber vapor de uma panela com água, e assim ela voltará ao normal. Sove-a novamente, e embrulhe-a no saco plástico.

11. Quando estamos trabalhando com a massa de biscuit, qual a precaução que devemos ter para que ela não resseque?
Devemos mantê-la sempre embalada em saco plástico e tirar da embalagem apenas a quantidade de massa a ser utilizada. Quando o trabalho necessita de grande quantidade de massa já esticada, devemos mantê-la sempre coberta com plástico para o ar não ressecá-la.

12. Por que quando faço modelagem, principalmente de bolinhas, a massa fica com rachaduras e não consigo uni-la uniformemente?
Ao fazer modelagem, principalmente de bolinhas, devemos enrolar com a palma da mão, apertando e pressionando fortemente, para que fique uniforme e sem fendas.

13. Quando faço tiras com a extrusora, elas saem arrepiadas, por que isso acontece ?
A massa ao sair da extrusora fica arrepiada porque está com grumos por dentro. Geralmente isso acontece quando ela é feita no fogão. Para que isso não ocorra, a massa deverá ser bem sovada antes de ser colocada na extrusora. Ela deve estar bem trabalhada e lisa. Observe também se não há resíduos de massa seca dentro da extrusora.

14. Quais tintas podem ser utilizadas para tingir a massa?
Pode-se usar tinta à óleo para tela, tinta para tecido (para obter cores claras) e corante para látex.

15. Qual é o verniz que pode ser aplicado para dar acabamento ao biscuit?
Dependendo do trabalho feito, deixe a peça secar e aplique verniz geral, vitral, madrepérola ou goma laca.

16. Por que em trabalhos feitos com massa tingida, depois de secos, a cor escurece?
Ao tingir a massa, procure deixar numa tonalidade abaixo da cor desejada, porque é normal escurecer depois do trabalho seco.

17. Por que quando tinjo a massa em tons claros, o trabalho fica transparente?
Quando tingimos a massa com tons claros, devemos colocar um pouco de tinta a óleo branco de titânio (de acordo com a quantidade a ser tingida), porque o mesmo deixa a massa ficar leitosa e sem transparência.

18. Quanto tempo demora para secar uma peça de biscuit?
A secagem depende do tamanho do trabalho, um imã de geladeira, por exemplo, demora em média 24 horas para secar por completo.

19. Por que o trabalho, ao secar, empena deixando a peça torta?
Quando trabalhamos com peças lisas e grandes, devemos deixá-las secar com um peso em cima (lista telefônica por exemplo), para não deformar a peça. A massa de biscuit ao secar encolhe aproximadamente 20%.

20. Como acelerar o processo de secagem das peças em biscuit?
O correto é que as peças sequem ao ar livre, pois deste modo elas secam por inteiro. Através de outros métodos, o trabalho seca superficialmente e o seu interior ainda fica úmido, correndo o risco do aparecimento de bolor. Secador de cabelos, ventilador ou secadora de roupas podem ser usados para acelerar o processo de trabalhos com espessura fina.

15/07/2009 at 20:40

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