Trabalhando e Costurando Couro

O couro sintético tem preço similar aos tecidos e que com um pouco de técnica, é possível produzir acessórios tão bonitos quanto os que eu via nas lojas. Já couros legítimos possuem preço mais elevado.

O couro sintético em diferentes cores

Os couros sintéticos são produzidos a partir de fibras como nylon, poliéster e poliuretano – todas derivadas do petróleo. Existem vários tipos de couro sintético e os nomes podem variar de acordo com a loja, o vendedor, etc. A impressão que dá é que as próprias lojas não sabem muito sobre o produto que estão vendendo, chega a ser frustrante. O couro sintético pode ser encontrado em casas de couro, tapeçarias e lojas de tecidos para decoração e estofamento.

Os vários tipos de couro sintético

Courino

O courino, ou courano, tem textura semelhante ao couro legítimo, possui grande variedade de cores, é mais grosso pois o seu verso é flanelado. É fácil trabalhar com ele, sua textura facilita o deslize na máquina. Só não é bom para apliques, pois como o verso é flanelado e branco, a borda fica com o acabamento ruim, o branco fica aparecendo.

Courvim

O courvim pode ser encontrado mais liso, com pouca textura ou bem texturizado. A variedade de cores disponível nas lojas costuma ser mais limitada. O seu verso é liso, portanto, é adequado para apliques.

Couro naval

O couro naval é muito parecido com o courvim: tem texturas variadas e verso liso. A diferença é que ele pode ser utilizado em produtos que serão molhados – é muito utilizado em estofamento de móveis para exterior e de barcos.

Napinha

A napinha é um couro bem fininho, pouco texturizado, quase liso na verdade, parece mais um plástico. É o mais barato. É difícil de trabalhar por ser muito liso, não desliza bem na máquina de costura. Por ser muito fino, em cores claras é possível ver o traço do molde no verso.

Agora vamos falar sobre o corte das peças e a costura:

Alicate para Furar Couro

Ferramentas

. Normalmente utiliza-se lápis para traçar os moldes. Com caneta também é possível, mas muito cuidado pois elas podem manchar. Traço sempre no verso do couro.

. Para cortar utiliza-se uma tesoura multi-uso. É importante ter uma tesoura só parar cortar couro, outra só para tecido, outra só para papel. Dessa forma você conserva melhor o fio de corte delas.

. Para furar, utiliza-se o alicate furador de couro. Ele é muito útil principalmente com couros legítimos ou mais grossos.

. Para segurar as peças no lugar durante a costura, pode-se utilizar clipes de papel, pregadores de roupa e alfinetes. Atenção: utilize o alfinete somente nas margens de costura, pois o furo é irreversível.

. Dependendo do trabalho, é necessário colar antes de costurar. Por exemplo, se você for costurar uma margem muito estreita, fica complicado segurá-la somente com clipes ou pregadores. A sugestão é usar um cola antes quando for mexer com peças pequenas como flores e laços ou fizer apliques de couro com couro. O mais usual é utilizar adesivo de contato – mais conhecido como cola de sapateiro.

Sobre colas

A marca mais conhecida no mercado é a Cascola, da Henkel. A Colabras da Brascola tem qualidade equivalente. No caso da Cascola, existe a opção sem toluol – não tem o forte cheiro químico e não faz mal ao ser inalada. Você pode adquirir essas colas em latas ou bisnagas, em lojas de materiais para construção. As latas são bem mais baratas, mas é difícil trabalhar com elas, você precisa de uma espátula. As bisnagas são bem mais caras, mas muito práticas.

A hora da costura

. Para costurar utilize linha de poliéster e agulha (pode ser a Singer 2020) de n° 16 ou 18. Utilize pontos largos e diminua um pouco a tensão da máquina. Normalmente eu costuro com ponto 4 e tensão 3.

. Para facilitar a costura, é bom utilizar um pé de teflon. Ele desliza mais facilmente sobre o couro. É fácil encontra-lo em armarinhos ou lojas especializadas em máquinas de costura.

. Se ainda assim continuar difícil deslizar o couro pela máquina, utilize talco. Aplique o talco no couro com um pequeno pincel chato. Passe somente onde o pé da máquina precisa deslizar, em pouca quantidade e somente sobre o couro. Há quem use creme, óleo Johnson ou papel de seda. Tanto o talco quanto o óleo não causam nenhum dano ao couro ou á máquina. Depois, basta limpar com um pano úmido.

Recomendação final

É preciso ter cuidado ao costurar com o couro e treinar bastante, porque uma vez desfeita a costura, os furos ficarão ali. Então comece primeiro com projetos simples, e teste o ponto, a tensão, a agulha, a linha, o pé calcador em um retalho, antes de começar a costura.

Agora é mão na massa! Estas foram nossas dicas de trabalho com couro! Para mais dicas de ferramentas de couro, clique aqui.

02/02/2011 at 17:24 Deixe um comentário

Receitas para Controle de Pragas e Fungos

PF

É com muito carinho e atenção que plantamos e vemos nossas plantas crescendo vistosas e bonitas. Qual a nossa surpresa quando nos deparamos com pragas e doenças infestando e destruindo o que cuidamos com tanto esmero. Mas não devemos nos desesperar, afinal estes bichinhos estão cumprindo o papel que a natureza lhes deu e é nosso dever controlá-los e não exterminá-los.
Nestes casos o primeiro passo é identificar a praga ou doença, feito isso, investigue suas causas. Você verá que em muitos casos a prevenção teria evitado o problema. Tesouras mal esterilizadas, introdução de novas plantas, lixo acumulado, proliferação de ervas daninhas, estão entre algumas de diversas causas de introdução de pragas e doenças no jardim. Agora sim, adote as medidas preventivas e de controle para resolver a situação.
A seguir três receitas fáceis de fazer, com ingredientes baratos e eficientes no controle e prevenção de diversas pragas e doenças conhecidas, como ácaros, pulgões, lagartas, cochonilhas, entre outros que insistem em devorar nossas plantas. Use os produtos com parcimônia, pois embora muitas vezes eles sejam naturais, isto não significa que não são tóxicos e prejudiciais à nossa saúde e ao meio-ambiente.
Não se esqueça que, ao aplicar uma solução inseticida, você estará afetando também insetos benéficos como abelhas e joaninhas. O mesmo vale para soluções fungicidas e bactericidas. Use o bom senso e pulverize as plantas somente quando a praga ou doença esteja prejudicando-as. Evite sempre aplicar sobre flores e frutos, restringindo-se às partes afetadas.
Solução Adesiva:
• 100 gramas de sabão de côco (1/2 barra)
• 2,5 litros de água
Pique o sabão de côco em pedaços pequenos e coloque em uma panela juntamente com a água. Leve ao fogo, mexendo sempre, até que o sabão esteja completamente dissolvido. Espere esfriar e guarde em recipiente fechado. Esta solução por si só não é capaz de controlar os problemas, ela tem a função de diluir, espalhar e fixar os remédios sobre as plantas. Use-a misturando bem com outras fórmulas, momentos antes das pulverizações.

 

PF0Calda de Fumo:
• 50 gramas de fumo em corda (cerca de 8 cm)
• 1 litro de água
Pique o fumo em pedaços bem miúdos e coloque em uma panela juntamente com a água. Ferva esta mistura por 25 minutos, acrescente a Solução Adesiva, mexa bem, tampe a panela e espere esfriar. Coe e pulverize sobre as plantas no mesmo dia, pois o princípio ativo é muito volátil. Utilize luvas e máscara ao trabalhar com o fumo, pois ele é tóxico. Ao aplicar sobre frutas e verduras, respeite um período de 10 dias de carência antes da colheita e lave-os muito bem antes de consumir. Indicada contra insetos e ácaros, como cochonilhas, pulgões, lagartas, etc.

Calda Bordalesa:
• 80 gramas de sulfato de cobre (7 colheres de sopa)
• 80 gramas de cal virgem (7 colheres de sopa)
• 10 litros de água
• 1 balde de plástico
• 1 panela
• 1 pano de algodão
• 1 arame
Pulverize bem o sulfato de cobre e coloque o no pano, como um sachê. Amarre bem o pano com o arame e pendure o sachê dentro do balde de plástico com 8 litros de água, de forma que ele não toque o fundo do recipiente, reserve. Faça o leite de cal, colocando cal virgem na panela e acrescentando lentamente 2 litros de água, mexendo até a completa dissolução. Esta mistura esquenta muito e pode queimar. Aguarde 24 horas para misturar as soluções. No lugar da cal virgem você poderá utilizar a cal hidratada para fazer o leite de cal, por ser mais prática e menos perigosa.
Verifique o pH da calda, mergulhando uma lâmina de ferro na solução. Se ela enferrujar na superfície em poucos minutos a solução está muito ácida e devemos acrescentar mais leite de cal. Teste a calda até que o pH esteja neutro e ela não enferruje mais a lâmina. Aplique a calda bordalesa no mesmo dia, sem diluir.
Utilize sempre equipamentos de proteção individual ao fazer e aplicar as caldas descritas. Não aplique em dias chuvosos, nem sob sol muito quente. Evite aplicar os produtos durante as florações, pois eles podem prejudicar seriamente a frutificação.
Você encontra os ingredientes da calda bordalesa em agropecuárias e lojas de materiais de contrução, já fumo em corda é facilmente encontrado em floras e lojas de artigos religiosos.

PF1Acima, foram descritas as receitas mais clássicas utilizadas no controle doméstico de pragas e doenças fúngicas, como a calda bordalesa por exemplo. As receitas abaixo, visam complementar com receitas alternativas que utilizam ingredientes naturais ou plantas na sua composição, mas que no entanto tem o mesmo objetivo, que é auxiliar no combate às pragas de jardim.

 

Solução de Cavalinha::
• 100 gramas de cavalinha (fresca ou desidratada)
• 1 litros de água
• 4 litros de água para diluição
Pique a cavalinha e misture à água, leve ao fogo baixo e após a fervura deixe por mais 5 minutos. Espere esfriar e coe, adicione a água de diluição e aplique sobre as plantas e o solo. Indicada contra donças fúngicas, fonte de cálcio e como alcalinizante.

Solução de Confrei:
• 300 gramas confrei
• 500 ml de água
• 3 litros de água para diluição
Bata no liquidificador, o confrei e os 500 ml de água, por 1 minuto. Dilua e aplique regularmente sobre as plantas suscetíveis. Indicada contra pulgões.

Solução de Piretro:
• 300 gramas de flores de piretro
• 1 litro de ácool etílico
• água para diluir
Misture o álcool com as flores e deixe descansar por 48 horas em um vidro bem fechado. Após este período a solução pode ser coada e utilizada diluída na proporção de 1:20, isto é 1 parte de solução para 20 partes de água. O piretro contém grandes concentrações de piretróide, o principal constituinte dos inseticidas domésticos. Indicada contra insetos e ácaros, como pulgões, cigarrinhas.

Solução de Cravo-de-defunto:
• 300 gramas de folhas, flores e talos de cravo-de-defunto
• 1 litro de ácool etílico
• água para diluir
Misture o álcool com o cravo e deixe descansar por 24 horas em um vidro bem fechado. Após este período a solução pode ser coada e utilizada diluída na proporção de 1:20, isto é 1 parte de solução para 20 partes de água. O cravo-de-defunto é um ótimo repelente de insetos e ácaros, como pulgões e cigarrinhas e pode ser consorciado com outras plantas com esta finalidade.

 

PF2

Solução Inseticida Picante:
• 50 gramas de pimenta do reino
• 50 gramas de pimenta malagueta (fresca ou desidratada)
• 8 dentes de alho
• 1 pedaço pequeno de gengibre
• 1/2 litro de ácool etílico
• 1/2 litro de solução adesiva (do artigo anterior)
Bata no liquidificador os condimentos com um copo de água. Acrescente o álcool à mistura e deixe curtir por uma semana em um frasco fechado. Acrescente a solução adesiva e dilua em 40 litros de água. Aplique sobre as plantas ou sobre o solo (neste caso não é necessária a solução adesiva). Indicada contra insetos, ácaros e nematóides.

Solução de Arruda:
• 1 maço grande de ramos e folhas de arruda
• 1 litro de água
• 2 litros de solução adesiva (do artigo anterior)
Bata no liquidificador a arruda e a água. Coe e acrescente a solução adesiva, misturando bem. Utilize em seguida. Cuidado, evite o contato da arruda e sua solução sobre a pele ou mucosas, pois pode provocar fortes irritações. Indicada contra insetos e ácaros, como pulgões, cochonilhas e cigarrinhas.

Solução de Losna:
• 300 gramas de losna
• 1 litro de água
Prepare um chá forte, com a losna e a água, deixando ferver por 5 minutos. Tampe a panela e aguarde o resfriamento completo. Coe a solução e pulverize sobre o solo e as plantas. Indicada contra lesmas e caracóis.

25/08/2009 at 19:39

Como fazer Adubação Foliar

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A adubação foliar é um processo de nutrição complementar à adubação via solo, acrescentando inclusive que deve haver a preocupação em aplicar adubos de solo que forneçam outros nutrientes além do NPK.
Este tipo de adubação é mais comumente utilizado na agricultura, em produções como as de arroz, café, soja, laranja, entre outros. Já para as plantas ornamentais, aquelas que se utilizam em paisagismo, o uso se restringe a algumas espécies de bromélias e orquídeas.
É imprescindível que seja feita uma consulta detalhada com profissional especializado, o qual poderá indicar a melhor solução para cada caso. As principais vantagens da adubação foliar são:
• Os nutrientes aplicados via foliar são rapidamente absorvidos pelas folhas das plantas, corrigindo as deficiências ou evitando que as mesmas se manifestem – as plantas absorvem cerca de 90% do adubo, sendo que uns elementos são mais assimiláveis que outros, enquanto isso, o adubo colocado no substrato perde cerca de 50% de sua eficiência – minutos após a aplicação do adubo, ele completa uma primeira fase de absorção e no fim de algumas horas chega às raízes.
af2• Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.
• Pode-se aplicar o nutriente específico na fase em que a planta apresentar maior demanda deste, isto é, nos momentos mais críticos.
• Estimula o metabolismo vegetal devido à rápida absorção e utilização dos nutrientes, o que proporciona estímulo na formação de aminoácidos, proteínas, clorofila, etc.
Na aplicação das soluções para este fim, é importante observar o PH (acidez/alcalinidade), pois as plantas só absorvem os nutrientes numa estreita faixa de PH e esses valores irão variar dentro de certos limites de acordo com cada espécie vegetal.
Como é o mecanismo de absorção?

Os estômatos (as estruturas que compõe a camada superficial das folhas) são os responsáveis pela maior parte da absorção dos nutrientes, mas a própria cutícula que recobre as folhas, quando hidratada, permite a passagem dos nutrientes; ela é permeável à água e às soluções de adubo.
Para melhorar as condições de absorção das folhas, costuma-se adicionar às soluções nutritivas substâncias denominadas agentes umectantes, que pela sua ação adesiva, impedem que a solução escorra por ação da gravidade, e por sua ação umectante dificultam a evaporação da água, mantendo os nutrientes mais tempo em contato com a superfície foliar. A concentração da solução depende da tolerância de cada planta, e não devem ser aplicadas nas horas mais quentes do dia (entre 9 e 16 horas).
O uso simultâneo do adubo com pesticidas, fungicidas, etc., se não for bem equacionado, pode trazer problemas de incompatibilidade ou desequilíbrio da fórmula do adubo.

af3Algumas pessoas argumentam que a adubação foliar é muito cara, no entanto, deve-se lembrar que ela deve ser complementar, sendo que as quantidades utilizadas são pequenas. E mais, observe que a escolha do adubo é muito importante, pois alguns elementos utilizados de maneira errada podem queimar as plantas. Fique atento!

19/08/2009 at 17:39

Dicas de Pintura e Cores para Paredes

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Começando a pintar

Examine se a área a ser pintada está cuidadosamente limpa, sem marcas ou imperfeições. Esses fatores podem comprometer a aparência, durabilidade e a qualidade de sua pintura.
O ideal é que a pintura do seu ambiente seja iniciada pelo teto. Depois as paredes (sempre de cima para baixo), portas, janelas, rodapés e por fim, o piso.

Preparando a superfície

Partes soltas ou mal aderidas devem ser eliminadas, raspando, lixando ou escovando a superfície;

Manchas de gordura ou graxa devem ser eliminadas com solução de água e detergente. Em seguida, enxaguar e aguardar a secagem;

Partes mofadas devem ser eliminadas lavando a superfície com água sanitária. Em seguida, enxaguar e aguardar a secagem;

Imperfeições profundas do reboco/cimentado devem ser corrigidas com argamassa de cimento: (aguardar cura por 28 dias no mínimo);

Reboco novo: aguardar a secagem e cura (28 dias no mínimo);

paint2Rolos e Pincéis

Rolos e pincéis devem ser sempre de boa qualidade. Assim, você obtém um melhor acabamento na pintura, além de facilitar a aplicação da tinta. A escolha dos rolos depende do tipo de tinta a ser utilizada, já a dos pincéis, depende do tamanho da área a ser pintada.

Tipos de rolos e suas funções

Rolos de lã pêlo baixo são indicados para o uso de tintas PVA e Acrílica.
Rolos de espuma são indicados para o uso de tintas óleo, esmaltes e vernizes.
Rolos de espuma rígida ou borracha são ideais para dar efeito em textura.

Tipos de pincéis e suas funções

Os pincéis de cerdas grisalhas são para o uso de tintas PVA E Acrílica.
Os pincéis de cerdas escuras são para o uso de tintas óleos, esmaltes e vernizes.

Os pincéis e trinchas são utilizados para aplicação de esmaltes, vernizes, tintas a óleo, tintas látex e complementos tais como: fundos para madeiras, fundos para metais, seladores, etc. São usados principalmente para pintar detalhes, cantos e “recortes”. Também são muito utilizados em superfícies maiores e lisas, como portas e janelas.

As suas medidas são expressas em polegadas e variam de 1/2 a 4 polegadas.

Para conservação dos pincéis e trinchas, após o seu uso, retire o excesso de tinta passando-os em um pedaço de papel ou jornal. Se a tinta utilizada for à base de aguarrás, lave-os com este solvente e em seguida com água e sabão ou detergente. No caso de tintas látex, lave-os apenas com água e sabão ou detergente.

Existem vários tipos de rolos, dentre eles podemos citar:

Rolos de lã de carneiro ou lã sintética: São usados para aplicação de tintas à base d’água, látex PVA e acrílico. Suas medidas são expressas em cm que variam de 7,5 a 23 cm de largura.

Rolos de lã para epóxi: Este rolo foi desenvolvido para aplicação de tintas à base de resina epóxi, porém, este rolo possui pelos mais curtos, proporcionando um ótimo acabamento em tintas à base de água, principalmente acrílicas. Sua medida é de 23 cm de largura e são confeccionados em lã de carneiro e lã sintética.

Rolos de espuma rígida (para texturização): Estes rolos são utilizados para aplicações de produtos que proporcionam acabamentos texturizados. São confeccionados em espuma rígida de poliéster e sua medida é de 23 cm de largura.

paint5Outras ferramentas

Espátulas de aço: São normalmente usadas para aplicação de massas em pequenas áreas e remoção de tintas.

Desempenadeiras de aço: São usadas para a aplicação de massas em grandes áreas.

Para manutenção e limpeza da espátula ou desempenadeira é recomendado que logo após o uso, retirar o excesso de massa com outra espátula e lavar com água. Não esqueça de enxugar com um pano para evitar a ferrugem.

Cuidado – após várias utilizações, a lâmina se torna cortante.

Bandejas ou caçambas para pintura: Têm a função de acondicionar a tinta durante sua aplicação facilitando a transferência da tinta para a ferramenta (rolo ou pincel).
Lixas: Têm a função de uniformizar a superfície e criar pontos de aderência para a pintura.
Air less: Esta ferramenta tem a capacidade de aplicar qualquer tipo de tinta látex (PVA ou acrílica), esmalte, vernizes e tintas a óleo. Trabalha com sistema de pressão, com pistola própria e um recipiente central de tinta. É muito usado em áreas internas e externas para pintura de locais de difícil acesso ou em grandes áreas. A principal vantagem deste equipamento é a rapidez na execução da pintura, entretanto, apresenta como desvantagem o cuidado maior que se deve ter com móveis, janelas, portas, etc. que devem ser muito bem protegidos.

paint4Reutilizando os materiais

Seus materiais podem ter uma vida longa se você souber como conservá-los. Rolos e pincéis devem ser limpos logo após o uso. A limpeza também irá depender do tipo de tinta que foi utilizada: Para tintas a base de água (Tinta Acrílica e PVA), lavar os pincéis ou rolos com água e sabão é suficiente. Para tintas a base de solventes (Tinta Óleo, Esmaltes e Vernizes) recomendamos lavar os rolos ou pincéis com aguarrás.

Armazenamento da tinta

As sobras de tinta podem ser conservadas. Você deve armazená-las em local coberto, longe do calor e umidade. A lata deve estar bem fechada para que não se forme uma película sobre a tinta.
Não esqueça de verificar o prazo de validade. Recomendamos o uso da tinta no menor tempo possível. Em hipótese alguma jogue o restante de tinta pelo ralo.

Olhe a previsão do tempo

As condições do tempo também influenciam no resultado da pintura. Os dias de tempo bom são sempre favoráveis.

Utilizando as Cores

A disposição das cores pode mudar seu ambiente. Para cada propósito, um tipo de cor é aconselhável:

Para encurtar seu ambiente: Aplique tons escuros nas paredes menores. Essa técnica é recomendada para espaços muito compridos/retangulares.

Para alongar seu ambiente: Aplique cores mais escuras em duas paredes opostas. Essa técnica é ideal para espaços quadrados.

Para disfarçar objetos: Pinte a parede com cores próximas a do objeto.

Para valorizar objetos: Pinte a parede com cores contrastantes a do objeto.

Para rebaixar o teto: Você deve aplicar cores mais claras nas paredes e uma cor mais escura no teto.

Para elevar o teto: Você deve aplicar cores mais escuras nas paredes e uma mais clara no teto.

Para alargar o corredor: Você deve pintar as paredes menores e o teto com tons mais escuros. As outras paredes devem ser pintadas com cores mais leves.

Para alongar a parede: Você deve aplicar duas cores numa mesma perde, com a divisa à meia altura. Pinte com cores mais escuras a parte inferior e utilize tons leves na parte superior.

Para encurtar a parede: Você deve aplicar duas cores numa mesma parede, com divisa à meia altura. Pinte com cores mais claras a parte inferior e utilize tons escuros na parte superior.

paint1Outras Dicas:

Escolha um tom mais claro do que você gosta, pois a tinta tende a escurecer uma vez aplicada na parede. Peça ao pintor que realize várias amostras de 1m² sobre várias paredes, deixe-as secar e as observe em diferentes horas do dia.

A utilização de muitas cores “alegres” juntas pode causar confusão visual. O contraste impactante, mas com número moderado de cores, é mais bem-vindo.

Se estiver na dúvida, trabalhe com apenas uma cor, variando seus tons e matizes. Para quebrar a monotonia, detalhes contrastantes e mobília em cores diferentes são aconselháveis.

O design da mobília fica favorecido se houver contraste entre sua cor e os tons da parede.

Cores primárias, quando usadas em demasia, cansam a vista. Para áreas grandes, como paredes, prefira tons mais claros da mesma cor.

18/08/2009 at 18:37

Dicas sobre Podas

Aprenda neste artigo sobre alguns tipos de podas.

Podar1

A poda é o melhor método para manter suas plantas num tamanho razoável, elegantes e saudáveis. Antes de iniciar a poda, certifique-se que as ferramentas que serão utilizadas estejam bem afiadas e limpas. Um corte “mastigado” leva mais tempo para cicatrizar, expondo a planta às doenças. Toda poda é utilizada para alguma finalidade e cada qual possui uma técnica diferente:

Podar2Abrindo uma planta densa

Comece eliminando os ramos fracos e doentes. Se você cortar os ramos logo acima de uma gema um novo ramo irá nascer no local da poda só que mais fino do que aquele que foi eliminado. Caso deseje eliminar o ramo todo corte-o bem rente ao caule ou ao ramo maior do qual ele brotou. Continue podando até obter o efeito desejado.

 

Removendo ramos ladrões

Algumas plantas produzem brotações grandes e vigorosas, mas que lhes dão aspecto desordenado, esses ramos ou brotações podem e devem ser removidos a qualquer época do ano. Normalmente são chamados de ladrões, pois utilizam muita força planta para crescerem, prejudicando os demais.

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Poda sanitária

Uma boa prática no trato das suas plantas é a remoção dos ramos doentes e com folhagem descolorida. Quanto mais rápido for eliminado um ramo doente ou infectado, mais fácil será salvar a planta. Todo ramo infectado ou doente deve ser retirado.

12/08/2009 at 22:56

Tudo sobre Pregos

Aprenda neste artigo sobre os diversos tipos de pregos e suas utilidades.

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Os diversos tipos de cabeças

O prego de cabeça chata , é muito utilizado, por exemplo para as junções em madeira. O prego de arame é especialmente destinado a trabalhos de marcenaria e para assoalhos. Enterre a cabeça com o punção, encha eventualmente com massa de madeira.

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Pregos de aço

Estes pregos são feitos de um metal de grande resistência. Existe igualmente uma variedade canelada , em aço temperado, servem para fixar madeira sobre matérias empedradas. Para as pedras duras e o concreto, é no entanto preferível utilizar as escápulas.

Pregos de cabeça larga

Servem para a fixação de chapas de cobertura e para trabalhos de construção. Os mais longos (direita), com a cabeça chata e larga, servem para a colocação de placas de ardósia. Os mais curtos (esquerda), cuja cabeça talvez ainda mais larga, são utilizados em placas asfálticas.

Pregos para gesso

 Os pregos para gesso são canelados e providos de uma cabeça chata estriada. São utilizados para fixar placas de gesso sobre ripas de madeira. São galvanizados, o que é importante visto que a ferrugem mancharia o gesso de forma irremediável.

Pregos para painéis isolantes

Estes pregos são feitos de aço, eventualmente galvanizado, (algumas vezes dourados), a sua ponta é quadrada. A sua cabeça é chata, lisa e larga (mais de 1 cm de diâmetro). Estes pregos são feitos para a fixação de painéis em materiais moles, como a lã de vidro e outros isolantes.

Pregos rosqueados

Igualmente conhecido como prego-parafuso, porque, devido à sua forma, eles penetram enroscando-se na madeira. Utilizam-se para construções de madeira, freqüentemente com ferragens de ancoragem. Eles são muito difíceis de arrancar. Faça um furo prévio de diâmetro inferior antes de o pregar em madeira dura .

 

P3Pregos rosqueados especiais

Servem para fixar os revestimentos de telhados. Existe um modelo previsto para assegurar a impermeabilidade do local de fixação : o cimo da sua cabeça está coberta com uma camada especial. Existem igualmente os pregos rosqueados destinados à fixação de revestimentos ondulados betuminosos.

Tachas e pregos de guarnição

As tachas de estofador são destinadas a fixar as guarnições (couro e tecido) à madeira dos móveis. Elas são muito robustas. Os pregos de guarnição ou estofador (esquerda), de cabeça dourada, redonda e oca são geralmente utilizados para disfarçar as tachas nos tecidos dos assentos.

Prego-escápula

O prego-escápula permite segurar objetos e materiais empedrados “moles” ou a madeira. O prego escápula em aço, serve para fixar objetos mais pesados. O prego de olhal é um dos acessórios utilizados para fixar guarnições e janelas a alvenaria .

Prego grampo ou “U”

Os pregos grampos ou “U” são dobrados, terminando cada extremidade numa ponta e servem para fixar telas, redes de vedação ou arame farpado a pilares de madeira. São normalmente galvanizados o que lhes permite resistir às intempéries.

11/08/2009 at 22:25

Cultivo de Plantas Frutíferas

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Frutíferas em Espaldeira

Atualmente, cresce a procura por jardins que possam ter plantas que tenham alguma função, não se restringindo apenas ao aspecto ou beleza. Medicinais e frutíferas são muito procuradas. Plantas como a jabuticabeira (Myrcia cauliflora), ou a nespereira (Eriobotrya japonica) estão sendo cada vez mais freqüentes em bordas de estradas ou canteiros centrais em ruas de mão dupla.
Cercas vivas que impeçam que se olhe para dentro de um jardim ou que diminuam o impacto do ambiente externo ajudam a criar um clima de intimidade e diminui o efeito do barulho externo. Essa barreira psicológica que se cria ao se impedir o contato do interior com o exterior pode ser feita através de plantas arbustivas com uma poda adequada, ou com o uso de plantas trepadeiras de folhagem densa conduzidas no sistema de espaldeiras.

fruit4Neste sentido, o maracujá azedo (Passiflora edulis) é uma ótima alternativa. Possui uma bela e densa folhagem no verão e tem uma pequena queda de folhas no inverno. Na primavera começa a emitir suas belíssimas flores e seu cheiro forte, além de nos fornecer frutos durante um longo período.
A lagarta Dione juno juno é a principal desfolhadora e pode ser controlada pelo esmagamento dos grupos, pois é um inseto gregário na fase de larva.
O maracujá doce (Passiflora alata) pode ser usado em pequenos aramados ou em pergolados pequenos associado a alguma outra planta. É mais susceptível a percevejos e possui uma aparência mais suave e menor quantidade de folhas.

Outra planta trepadeira que pode ser utilizada é a videira. Muitas plantas do gênero Vitis podem ser empregadas para sombra se conduzidas da forma latada ou para cercas, se conduzidas em espaldeiras. É pouco provável que haja uma grande produção de uva neste caso. Uma videira produtiva vem acompanhada de um grande aporte de inseticidas e fungicidas. Porém, com um pouco de cuidado e adequada adubação orgânica, podemos produzir alguns cachos com boa aparência e saborosos.
A videira na forma latada pode formar uma densa sombra no auge do verão, perdendo suas folhas no inverno. Porém, tanto na forma latada quanto na espaldeira, uma poda adequada e muito mais refinada do que no maracujá deve ser feita no final do inverno ou na entrada da primavera.
Uma outra planta que pode ser utilizada da mesma forma é o chuchu (Sechium edule). É mais simples de ser conduzida e no inverno sua parte aérea seca completamente. Não é muito adequada para locais que necessitem de mais limpeza ou de plantas mais delicadas, pois é rústica e perde grande quantidade de folhas. Para a manutenção de um ano para outro, é preciso que se mantenham alguns frutos no solo para que brotem novamente.

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04/08/2009 at 22:42

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